A velha “marafona”* entra o Ano Novo como sempre o foi e desejou: como uma casa da “Mãe Joana” (que me perdoem as mães e as joanas) sem moral, ética ou transparência. È uma vergonha (não aquela vergonha do envergonhado e mau caráter Bóris Casoy que agrediu, como o sempre faz a elite paulistana do José Serra, a dois garis que desejavam uma Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos os brasileiros.
Ela é uma vergonha por perpetuar os ritos salafrários, o embuste, o calote e tudo o que de ruim possa existir. Salvo algumas exceções (que servem para confirmar a regra), esta é uma casa sem respeito o que, em conseqüência não respeita os cidadãos que elegeram seus membros.
A trapaça armada por um grupo para garantir a chegada ao poder, sob os auspícios de um seu igual, foi parar na justiça. Lamento que a ex-vereadora Polyana de quem todos esperavam algo maior, tenha se sujeitado a este papelão que envergonha a memória de seu pai, o falecido “Capitão” que uma cidade amou e reverencia.
Lamento por Queimadas por se ver representada por tão indignos representantes (não todos, volto a insistir) que não medem esforço para perpetuar a trapaça e o embuste. A palavra, neste momento, cabe a Justiça.
Que deverá decidir se mantém o absurdo de duas trapaças: a manutenção de uma vereadora cassada pelo Supremo Tribunal Federal; e a convocação de uma sessão já encerrada por uma turma do quanto pior melhor. Claro, desta forma eles mantem o poder e as mil maneiras de lesar a consciencia dos cidadãos e o patrimônio público.
* A palavra marafona tem origem árabe e quer dizer mulher enganadora.
Poucos se surpreenderam com essa senhora... só espero que em breve as pessoas possam recordar de tudo que se vem acontecendo.
ResponderExcluirNunca votei em vereador nenhum, pois na minha cabeça esse tipo de gente é só mais um para mamar nas tetas do dinheiro público, pois nada se ver de útil nos serviços que eles figem prestar.
O DIA DA MUDANÇA ESTA CHEGANDO - Estive todo esse tempo calado, observando e escutando as conversas e comentários a respeito da situação atual do nosso sofrido municipio. A verdade é que o povo não está nem ai para desenvolvimento ou melhorias. O que quer mesmo e viver no oba-oba, na esculhambação. Acostumados que estão a uma cidade sem lei, sem segurança, sem liderança e sem vergonha na cara, temem que, com a chegada de um novo modelo administrativo percam os espaços ganhos em meio à desordem e a bagunça e temem por seus comercios ilegais e ilicitos, sobretudo no que diz respeito a drogas, que anda solta pelos quatro cantos do municipio, usadas e negociadas não só por meliantes confesso, mas também por filhinhos de papai, que envolvidos pelo oba-oba da impunidade e pela falta de oportunidade no mercado de trabalho se arriscam e se expoem sem ao menos se perguntar se vale a pena. Acobertados pela fragilidade do sistema gerenciado pelos incompetentes, corruptos e irresponsaveis maestros Dr.Edivaldo Cayres e Sr. Francisco César, gestores aproveitadores e rapinas, que não estão nem ai para os nossos jovens, porque os seus filhos aqui não moram, apenas veem de festa em festa. É necessária uma ação social agressiva e punitiva para darmos um basta a todo este desmando para que possamos, de uma de vez por todas, terminar com esta esculhambação. Vamos banir de nosso meio, não somente os bandidos e marginais, mas também aqueles que financiam e permitem a proliferação do mal. Fora com eles. Fora com os bandidos de cartola e gravata. Fora com Edivaldo, Cesar e sua quadrilha imunda, perniciosa e malefica. Fora, bandidos, criminosos e vagabundos!
ResponderExcluirMAIS UMA DOSE DE ESPERANÇA. MAIS UM SONHO -Com a possibilidade de uma mudança nos rumos administrativos de nosso municipio, dependendo tão somente da decisão dos sábios desenbargadores que deverão na próxima quarta feira julgar a questão Serginho Vs. Edivaldo, a depender estaremos na próxiam semana, mais seguramente, na próxima sexta feira, sob a batuta de um novo comandante. Queira os céus que dê tudo certo e que os anseios de nosso povo seja correspondido e que possamos andar nas ruas de cabeça erguida com galhardia, sem vergonha de ser queimadense. Estamos ansiosos diante dessa possIbilidade. Um sonho que se realizará dentre tantos sonhos sonhados e frustrados. Esperemos! Esperemos! ESPEREMOS!
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