sexta-feira, 1 de abril de 2011

Não é a hora de recuar

Estou solidário com o prefeito Paulo Sergio Brandão nesta campanha insana movida pelos covardes de sempre. Estou solidário com o Ministério Público, por meio do promotor Tomás Brito, nesta campanha contra os “pokemons”, contra carros e motos roubadas, contra menores dirigindo e, principalmente, contra a criminalidade e a venda indiscriminada de drogas que tem destruído tantos jovens em nosso município sob os olhares beneplácitos desses algozes irresponsáveis.
Compreendo, assim como o prefeito Paulo Sergio Brandão, que as medidas colocadas em prática pelo Promotor da Comarca de Queimadas tem trazido certo desconforto para uma pequena parcela da comunidade do nosso município. Mas, e a grande maioria silenciosa concorda com esta turba de insanos que, após quase destruírem política e economicamente nosso município agora retornam com esta fúria contra não ao prefeito, mas, sim, ao seu próprio povo?
Melhor fizeram a vereadora Ivanivalda Queiroz e a atual presidente do sindicato dos funcionários públicos, Polyana Reis que defenderam seus pontos de vistas sobre a questão, às claras, durante a audiência sobre Segurança Pública realizada recentemente em nosso município, mesmo que discordando de ambas.
Esqueceram que o índice de criminalidade caiu? Que os pais e mães, hoje, estão mais seguros com relação aos seus filhos porque o tráfico e a venda de drogas diminuíram? Que muitos traficantes ou estão atrás das grades ou fugiram? Que são estes mesmos covardes que agora posam de “santinho” os primeiros a arranjarem advogados para libertarem criminosos?
Não, tenho certeza que a população, ao contrário, aplaude as medidas que vem sendo tomadas pelo Ministério Público e está ao lado do prefeito por não compactuar com o ilícito. Nós devemos viver numa sociedade cidadã, republicana e democrática. E para isso devemos respeitar as leis e não compactuar com o crime.
Mais digno, portanto, a atitude de Polyana Reis e Ivanivalda Queiroz, do que a dos agitadores, dos covardes e dos irresponsáveis que se escondem num silencio de “Judas”, para responsabilizar o prefeito Paulo Sergio Brandão pela sequencia de blitz feitas pela Polícia Militar, Detran, Polícia da Caatinga e Polícia Estadual Rodoviária sob o comando do Promotor Público Tomás Brito, que as tem convocado.
Parte desses irresponsáveis e desses covardes estava na audiência pública. Estes mesmos que responsabilizam o prefeito Paulo Sergio Brandão pelas operações, mas que às escondidas (e perdoem a palavra) “esculhambam” o Promotor Público nas ruas e esquinas da cidade.
Um deles, inclusive, chegou a alardear que se fosse prefeito já teria acabado com esta “esculhanbação” deportando a responsável pelo Detran de Queimadas. Por que não faze-lo, então, com o promotor Paulo Tomás que os convoca? Lembremo-nos que "gato escaldado tem medo de água fria". Algum tempo atrás este mesmo provocador teve razões de sobra (e é possível que o tenha feito às escondidas, não de público), quando foi detido pelo Ministério Público, fato do conhecim,ento de todos. O que falta a estes homens com "H" minúsculo é coragem para enfrentar às claras o Ministério Público. As duas emissoras de rádio estão à disposição dos mesmos. Vão lá, critiquem o promotor e digam, de peito aberto, que ele está cometendo uma ilegalidade.
Algo que não fizeram quando estiveram frente a frente com o promotor Tomás Brito durante sua fala na audiência pública quando este enfatizou a necessidade e a premência das blitz como parte do processo de combate à criminalidade, ficaram como cordeiros, ou seja, covardemente silenciaram.
Este era o momento em que eles deveriam ter expostos seus pontos de vistas em defesa do crime. Ali estavam não só o promotor, como os comandos locais da Polícia Militar, da Polícia da Caatinga, do Detran, da Igreja e da população, inclusive, seus principais beneficiários, os jovens. Mas este não é o papel deles. O que eles visam não é o bem da comunidade.
Muito pelo contrário. Querem Queimadas dos últimos 20 anos em que a lei que vigorava era a da corrupção. Queimadas em que o crime corria solto. Em que algum proprietário de moto tinha coragem de andar pelas estradas municipais ou pela estadual porque tinham seus veículos roubados. Veículos estes que, depois de adulterados, eram vendidos em municípios distantes tornando-se novos “pokemons”.
Mas, esta Queimadas acabou. Ela não existe mais a não ser na mente desses vilões da política que ainda insistem na mentira. Ao incentivarem um moto taxista a comprar moto sem documentação legalizada eles, ao contrário do que pensam, estão incentivando futuras gerações a conviveram com a ilegalidade.
Lembremos todos que roubar um milhão de reais, ou um simples real é a mesma coisa. O crime é o ato em si e não o seu valor. Da mesma forma que comprar uma eleição por dois sacos de cimento tem o mesmo peso que comprá-la por R$ 500 mil reais. A história não mente.

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