O vereador Renato Varjão, Líder do Governo na Câmara Municipal tem um longo currículo, para o bem e para o mal. Nasceu politicamente, se a memória não me trai, às custas de seu trabalho, ressalte-se, num dos principais blocos a desfilar na festa da Lavagem da Igreja de Santo Antônio, em Queimadas, que ocorre todos os anos no último domingo do mês de maio.
Mas o seu mentor e
político que lhe ofereceu a primeira oportunidade para pensar e alçar voos
mais altos, foi o ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho, mais conhecido por “Maurinho”
que o colocou para coordenar o Peti no município e, posteriormente o guindou a
um cargo estratégico: a Secretária de Finanças, que era ocupado à época (que
coincidência, não?) pelo atual secretário e seu padrinho, Roberto Salgado.
A Secretaria de
Finanças foi o passo que o levou à política partidária e o elegeu vereador. Ao
assumir o mandato, começa um longo período do seu lado, digamos, não tão bom,
ou como queiram os seus desafetos, hoje para mais de uma centena, do seu lado
mau. Trai seu mentor (Maurinho) e alia-se ao seu adversário. Num piscar de
olhos torna-se presidente da Câmara passando por cima de lideranças antigas e
com um cabedal de experiência superior à sua.
Portanto, para este blog não
foram surpresa os fatos ocorridos e que levaram à maior derrota política do
governo Tarcísio, ou seja, a demissão do secretário de Finanças, Roberto
Salgado com lances, inclusive, de virada de mesa, recados e contra recados
tendo por intermediário o corpo jurídico da prefeitura, e o posterior recuo com
o "rabo entre as pernas" dos mentores do golpe, o próprio prefeito, “Mainha” (a
comandante da trupe), sua fiel escudeira, o secretário de Educação, Leonir
Floriani, André Cayres e, claro, o afilhado do secretário demitido e readmitido
(tudo isso em poucas horas), ele, o vereador Renato Varjão.
Concordância
Hoje, eleito mais uma
vez vereador, mantém-se fiel ao seu mais novo correligionário e logra virar
Líder do Governo acumulando logo de início uma derrota fragorosa: a perda da
Presidência da Câmara para a oposição. Neste meio tempo, seu lado bom o leva a
complementar seus estudos e hoje é estudante de uma Faculdade de Direito.
Portanto, o blog lamenta
a falta de cuidado ou zelo do Líder do Governo com o bom português ao discursar
da tribuna. O blog acredita que a frase infeliz pronunciada
na presença do prefeito de Serrinha, Osny Cardoso de Araújo, dos demais
vereadores, plenário e de toda a população foi motivada pela defesa
intransigente que fez do atual prefeito num discurso recheado de sabujice e
arrogância:
“Se alguém “trazer” para
esta casa uma denúncia comprovada de que o prefeito tenha cometido qualquer ato
de improbidade, como retirar dinheiro do banco (sic) eu renuncio à liderança e
ao mandato”. Pois o Líder do Governo deve se preparar para renunciar à
liderança e ao mandato, porque serão várias as ações de improbidade
administrativa a serem ajuizadas contra o atual alcaide.
“Querer escrever como
se fala é tão condenável quanto o contrário, ou seja, querer falar como se
escreve, o que resulta num modo de falar pedante e ao mesmo tempo difícil de
entender”, dizia o filósofo alemão Arthur Schopenhauer. E
eu acrescento: falar em público requer cuidados extremos por aqueles que ocupam
posição de mando, de liderança e, em especial, para os que se vangloriam, e com
justa razão, de estarem ampliando seus conhecimentos por meio do estudo.
Este
editor, por exemplo, reconhece as dificuldades de se escrever corretamente na
língua pátria. Basta citar que os jornais mantem um revisor (graduado em
Letras) permanentemente nas redações. Maior cuidado, portanto, ao falar em sessões
especiais. Não sem razão, o bom senso recomenda um texto pronto devidamente
revisado.
Lesa Erário
O vereador e Líder do
Governo referia-se às denúncias que este blog traz a
público das “maracutaias” em andamento na atual
administração como, por exemplo, a venda do crédito que o município possui
junto ao Governo Federal no valor de R$ 15 milhões a serem pagos ao município
em janeiro de 2015 e que o alcaide pretende levar a leilão, ou seja, à venda com
um deságio vergonhoso (50%) e em que o único beneficiado será o provável
vencedor, o Banco Safra. Em outras palavras, os cofres do município em vez de
receberem R$ 12 milhões (descontado os 20% da parte do advogado) irão ficar com
apenas R$ 4.5 milhões, ou seja, 30% do valor original.
Este crime contra o
erário público, que defende com unhas e dentes, mais a sabujice ao prefeito
Tarcísio Pedreira, que o leva a afirmar ser este o maior prefeito da história
política de Queimadas, provavelmente têm levado o Líder do Governo, vereador
Renato Varjão a cometer uma série de equívocos, como os erros de concordância
ao discursar em plenário; a ter posições reacionárias, antidemocráticas e
antirrepublicanas, como a de solicitar à Mesa da Câmara abertura de processo contra
este editor em razão das críticas que o blog faz.
Como o vereador
Renato Varjão está pleno de suas faculdades mentais, é um político sagaz e
oportunista, seus equívocos, sabujices e, agora assumindo o papel de censor, com certeza não passam
de estratégia. Afinal, esta é a técnica de quem veio para confundir e
não para esclarecer, bastante usada por políticos sem ideologia ou sem conteúdo
programático.
Mas, deste espaço,
faço um alerta ao jovem vereador e Líder do Governo, Renato Varjão que tem
justas aspirações de um dia ser o prefeito do município de Queimadas. Cuidado,
porque os que se utilizam de artifícios, de oportunismos, de maldades e que
costumam aliar-se às pessoas sabidamente do mau, a eles, em futuro bem próximo,
se assemelham. Como disse o filósofo alemão do século XIX, nascido em
Röcken, Fiedrich Nietzsche, “Aquele que luta com monstros deve
acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo
para um abismo, o abismo olha para você”.
Sabujice
Durante
pronunciamento na tribuna quando da presença do prefeito de Serrinha, Osny
Cardoso de Araújo, o Líder do Governo excedeu-se em tudo, inclusive, ao lavar roupa
sua em local inadequado, o que poderia ter sido feito no gabinete do prefeito.
E sua falta de liderança evidenciou-se em dois momentos impagáveis. O primeiro,
na fala do vereador do PT, Lázaro José que o criticou por elogiar o atual
prefeito sempre com referência às administrações anteriores. Os que estavam
presentes no plenário perceberam que, quando da fala de Lázaro, o vereador,
estrategicamente, se ausentou do plenário. Estava na copa, escondido.
“O Líder do Governo
deve deixar de fazer comparações desta administração com administrações
passadas. Até porque você fez parte das outras, inclusive, foi secretário de
uma das administrações mais desastrosas”, disse o vereador Lázaro José entre
outras críticas ao atual alcaide e ao Líder.
A segunda foi hilária
e ficou por conta do vereador Ubaldo, do grupo de apoio ao prefeito. “Não ligue
para as críticas, senhor prefeito. São palavras ao vento, coisa de adversário.
Mas o senhor precisa reverter o atual quadro, como limpar as ruas da cidade,
pagar os contratados. Importante é levantar a cabeça. Mas que falta muita
coisa, isso falta”. Sem comentário. Até porque, momentos depois em sua fala o prefeito Tarcísio Pedreira reconheceu que seu governo vem sofrendo uma série de "abalos políticos", mas não por parte da oposição, mas dos próprios correligionários, conforme denunciou.
Público Ministério
Ainda
durante o discurso, Renato Varjão referiu-se às críticas que fiz neste espaço
ao Ministério Público de Queimadas. E as reafirmo. Não com o tom de prepotencia
do vereador que chega a comprometer a imagem do titular da Promotoria, ao
arrogar-se amigo do Promotor Público, Dr.Tiago Alves Pacheco com
quem afirma manter contato frequentemente.
A
quem interessa esses contatos? Por acaso o vereador Renato Varjão espera algo a
“mais”
do promotor em razão dessa amizade que não seja o estrito cumprimento do seu
dever, algo que este blog cobra? Se assim espera melhor
desistir da empreitada. O Promotor pode não dedicar o tempo necessário às
necessidades do município, mas com certeza é um funcionário probo e zeloso cumpridor
dos seus deveres.
Mas só para esclarecer
o atrapalhado Líder do (des)Governo, as críticas que faço neste blog dizem
respeito não à pessoa do Promotor Público, Dr. Tiago Alves Pacheco, mas à Instituição
Ministério Público. Isso em razão do município estar sem titular, o que
compromete o seu trabalho já que tem que se dedicar a atuar em três comarcas
diferentes. Como se sabe, o promotor Tiago Alves Pacheco pertence à
comarca de Conceição de Coité e ainda presta ajuda à Promotoria de Feira de
Santana.
A tentativa do
vereador de querer intrigar este blog com o MP não
passa de “molecagem” de quem não possui conteúdo para
debater questões relevantes e graves existentes em nosso município.
Basta lembrar a
defesa que fez da amizade com o atual secretário de Finanças, Roberto Salgado,
seu padrinho de batismo. Não precisa arrotar o conhecimento do silêncio de
Roberto Salgado. Não após a sua traição comprovada. Este blog,
em momento algum publicou qualquer declaração do secretário com referência ao
papel que o vereador Renato Varjão desempenhou na tentativa de exonerá-lo do
cargo, ou a qualquer outro assunto administrativo
Sua presença neste blog se
deve, exclusivamente, ao fato de Roberto Salgado ocupar um cargo de Agente
Político na atual administração e de ser um homem público com ação política
destacada em nosso município. Sua fala fica por conta da sua pequena
imaginação, já tão comprometida com os odores emitidos por este desgoverno e
assumidos, de público, pelo vereador.
Está ai, falou e disse, esse tal vereador se acha........meu maior prazer, será vê-lo longe, da politica, pois esse cara fz parte da banda podre da politica brasileira!!!! Fora,fora...........
ResponderExcluirÉ além de um despreparado, um simples puxa-saco fraquinho que não tem moral com o prefeito, pois o Valmir Barreto sempre derrotou ele em todas as disputas... Mas, o promotor não é fraco por causa do MP como instituição não, é fraco ele próprio, nem sei como o Procurador coloca ele em 3 comarcas, deveria ficar na menor comarca do estado...
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