Queimadas comemorou, ontem, os 126 de emancipação política. Mas sua história tem dois momentos importantes: o primeiro, no início do século XVIII quando os primeiros queimadenses aportaram por estas bandas a caminho de Jacobina em busca do ouro. O segundo, ontem, um marco na vida democrática do município com o exemplo dignificante dado pelo prefeito Paulo Sergio Brandão ao convidar o ex-prefeito cassado Edivaldo Cayres a participar das comemorações dos 126 anos.
O tom negativo ficou por conta do desrespeito do presidente da Camara que não compareceu ao evento esquecendo-se que ele representa um poder, o Legislativo sendo, inclusive, convidado para hastear a bandeira da Bahia. O desrespeito pode ser estendido aos outros vereadores, também, ausentes. Parabens aos vereadores Paulo, Renato e Oscar.
Não custa lembrar que as comemorações pela emancipação é uma festa de todos os queimadenses independentemente de sua cor partidária e deve ser motivo de orgulho para todos nós. O exemplo de Serginho mostra o quanto ele valoriza nossas tradições, nossa cultura. Verdade que não teve tempo de organizar algo maior que pudesse contar com a presença de todos os queimadenses.
Mas tenho certeza de que no próximo ano com o envolvimento de professores, alunos e as entidades organizadas da sociedade queimadense a festa terá maior participação popular e talvez possamos apresentar uma filarmônica que faça jus à tradição musical de nosso município. Não pela qualidade dos seus poucos músicos que mostraram competência ao executarem o Hino Nacional.
O próprio prefeito Paulo Sergio Brandão em seu discurso lembrou a importância da Filarmonica para a formação dos nossos jovens e prometeu buscar recursos junto ao Governo do Estado para aquisição de instrumentos e farda, além de uma sede própria. “É tempo de crescer. De resgatar o orgulho de todos os queimadenses na busca do desenvolvimento e do progresso”, disse o prefeito.
Parabéns a Serginho pela CIVILIDADE de convidar o ex-prefeito Dr. Edivaldo Cayres a participar das festividades do aniversário da cidade como também parabéns a Dr. Edivaldo por ter aceitado o convite,estamos começando uma nova "ERA" nesta cidade.Que aqueles que não concordarem com "TEMPO DE CRESCER" que se mudem para outra cidade outro estado ou quem sabe para outro pais e nos deixem em PAZ para crescer com desenvolvimento social.
ResponderExcluirQuero deixar claro que não foi um desrespeito da minha parte em não poder participar do ato cìvico de asteamento da bandeira, desde quando tive compromissos inadiaveis em função da inauguração do novo plenário da Câmara Municipal. Tive a delicadeza de ir até o local do evento praça do Centenário e Pedi ao Vice-Presidente Vereador OSCAR para que me representasse no evento. Acho que antes de fazer uma acusação deve saber a realidade dos fatos. Vereador LÁZARO
ResponderExcluirCaro Lázaro
ResponderExcluirSua própria confissão de que estava presente ao evento (mesmo que de passagem) é uma prova de que poderia e deveria ter participado. Ademais preparativos para inauguração, mesmo levando-se em conta tratar-se d Casa do Povo não justifica sua ausencia. Se porventura tivesse voce maiores cuidados deveria ter avisado com antecendencia à comissão organizadora de que não participaria. Isso para evitar o constrangimento que todos passamos ao seu nome ser anunciado para hasterar a bandeira e não estar presente, obrigando o organizador a chamar o vice-presidente para ocupar seu lugar. Continuo achando que foi um desrespeito à história do município, mesmo que tenha sido por ingenuidade, ou seja, sem medir as consequencias de seus atos.
Todos jamais poderiam esquercer-se das verdadeiras palavras do advogado Dr. Denis Lantyer Marques,quando de forma notável fez o seu pronunciamento memorável, ressaltando o princípio da dignidade humana e todas as virtudes cardiais inerentes ao homem político. Abominando por completo o individualismo, bem como a corrupção das administrações passadas, que muito contribuiu para o atraso de nossa terra e consequentemente a não adquirir a consciência de que como cidadãos todos possuem seus direitos e estes devem ser respeitados para o bem de nossa geração e das gerações futuras.
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