Enfim,
para felicidade da nação queimadense o “ovo da serpente” eclodiu. Pena que não
gerou aquilo que todos esperavam: a verdade sobre a denúncia de que a -Secretaria
de Ação Social pagou com recursos públicos o salário de Adriana Sobrinho funcionária da Clivep, clínica de consultórios
médicos de propriedade da psicóloga Advan Sobrinho, na época à frente da
Secretaria. A denúncia, inclusive, obrigou o prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira
a demitir a secretária nem bem ela tinha completado quatro meses à frente da
secretaria.
A
verdade é que o ovo estava gorado. Não que o “passarinho do pé de fícus do Bar
de Osvaldo” (tão elogiado pelo prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira) já
não soubesse. Apenas respeitou o direito da ex-secretária de esperar a tormenta
passar para se explicar perante a sociedade queimadense. Afinal, Advan Sobrinho
tem um passado limpo e sempre mereceu o respeito e apoio dos seus conterrâneos.
Mas
a verdade é que ela teria dificuldade para explicar e convencer a população do
porquê de pagar a uma funcionária de sua clínica particular e, mais agravante,
sua prima, com recursos da Secretaria. Ingenuidade ou sabedoria em demasia?
Sim, porque o pagamento foi feito por meio de depósito na conta corrente da
funcionária com recursos oriundos de uma conta da própria Secretaria.
Hoje,
na rádio “Queimadas FM” a ex-secretária Advan Sobrinho de maneira
constrangida tentou explicar o inexplicável. Afirmou que tudo não passou de
vingança perpetrada por sua prima para prejudicá-la, sob orientação de seu
companheiro Walmir Bezerra (candidato a vereador nas últimas eleições) e que a
estava usando politicamente para prejudicar o atual gestor. Mas não negou a
denúncia principal: a de que pagou com recursos públicos o salário da
funcionária de sua clínica particular. Tentou explicar, sem conseguir, que Adriana
Sobrinho trabalhava na Secretaria, mas que ia poucos dias ao trabalho, já que,
como Assistente Social ela teria um horário diferenciado dos demais
funcionários.
O
que a ex-secretária não explicou, e nem tinha como explicar, é que se a
funcionária estava de fato prestando serviço à Secretaria (e ela garante que
tem provas) não havia razões para ser demitida pelo prefeito, em especial, da
forma como foi feito sem que ela tivesse direito a defesa. Foi sumária a sua demissão.
O que poucas pessoas sabem e muitas fingem não saber é que este episódio pode
terminar em cassação do mandato do prefeito por improbidade administrativa. Daí
sua pressa em demiti-la.
Mas o “passarinho do pé de fícus do Bar
de Osvaldo” não está preocupado com o futuro político da ex-secretária.
Ela própria o jogou no lixo. Está preocupado com o cerco e os oferecimentos que o prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira e
alguns dos seus asseclas vem fazendo a Walmir Bezerra, companheiro da prima.
Pois não é que o prefeito teve a cara de pau de propor a Walmir que sua
companheira fizesse o estorno do dinheiro pago com recursos da Secretaria de
Ação Social?
O que pretende o alcaide? Ir para a “Rádio
Queimadas FM” e afirmar que tudo não passou de boatos e que jamais
houve tal episódio e, inclusive, readmitir a ex-secretária? Ou estaria ele
apenas com medo de que uma ação na Justiça o leve a perder o mandato?
Para entender o episódio
Adriana
Sobrinho morava em São Paulo. Advan Sobrinho quando soube que seria secretária
de Ação Social convidou a prima, que é Assistente Social para vir trabalhar com
ela na Secretaria. Ocorre que o seu companheiro Walmir Bezerra faz oposição ao
prefeito e este exigiu em contrapartida ao emprego, que ela rompesse seu relacionamento
com seu companheiro, o que não foi aceito.
Daí a razão de Adriana Sobrinho ter
ido trabalhar na clínica de propriedade da prima. Ocorre que neste período a
amizade entre as duas foi se deteriorando a ponto de haver um rompimento. O
problema é que Advan Sobrinho, a empresária e não a secretária, não pagou o
tempo trabalhado pela prima em sua empresa. Com a insistencia dela em receber
seus direitos Advan Sobrinho resolve pagar, mas utilizando-se dos recursos
públicos e não da sua empresa.
Onde está a vingança? Lutar para
receber o que tinha direito era razão para ser tratada de forma injusta como
foi? O que Adriana e seu companheiro fizeram foi denunciar uma “mutreta”, um escândalo
e uma prova de que este governo ainda tem muito a explicar à população de
Queimadas. Este é apenas um, entre outros casos que estão sendo levantados.
Vamos aguardar.
Caro Haroldo, você coloca-se como real conhecedor da causa, sabe até que o prefeito pediu para a Adrina se separar, pasme! O mais certo era pedir pra demitir a a esposa de alguém que não merece respaldo politico. E assim foi feito, demitida as duas, uma no primeiro mês e a outra no quarto mês, e você como justifica um concurso fajuto, com vagas não existente na lei do municipio? Como justifica o nepotismo quando sua sobrinha se tornou funcionária da SMSQ? Aliás vale lembrar que o concurso foi de Q.I (quem indica)
ResponderExcluirON NAMAH SHIVAYA
É uma pena que "anônimo" não tem coragem de se identificar, porque a prova do concurso público que fiz encontra-se em minha casa a disposição de quem quiser ver, para poder assim perceber que existem pessoas com faculdades intelectuais possíveis de passar em qualquer concurso público, sem precisar de "padrinhos políticos". Durmo com a minha consciência tranquila sabendo que estudei e feliz porque passei... moro na Rua Rui Barbosa, casa de número 29... Passe lá e confira com os seus próprios olhos o documento. Agora se a covardia impede que faça isso e fale mal da vida alheia pelas costas, a minha ignorância e o meu repúdio é o que gente covarde e maledicente como você merece!
ResponderExcluirMe identifique com o comentário de "anônimo" porque sou a única sobrinha do Sr. Haroldo e posso dizer-lhe que com muito orgulho! Bom dia a todos!
ResponderExcluirha ha ha.A incompetencia de Haroldo foi tão grande,que abriu vaga para farmacêutico ,tal cargo não está disponível na lei de cargos municipais,ele que é vivido,experiente e tal,deveria ter pedido a serginho que mandasse um projeto de lei para a câmara municipal criando a vaga,#CHUPAlUISE
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