quinta-feira, 2 de maio de 2013

Advan não explica


                      

                      Enfim, para felicidade da nação queimadense o “ovo da serpente” eclodiu. Pena que não gerou aquilo que todos esperavam: a verdade sobre a denúncia de que a -Secretaria de Ação Social pagou com recursos públicos o salário de Adriana Sobrinho  funcionária da Clivep, clínica de consultórios médicos de propriedade da psicóloga Advan Sobrinho, na época à frente da Secretaria. A denúncia, inclusive, obrigou o prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira a demitir a secretária nem bem ela tinha completado quatro meses à frente da secretaria.
                        A verdade é que o ovo estava gorado. Não que o “passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo” (tão elogiado pelo prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira) já não soubesse. Apenas respeitou o direito da ex-secretária de esperar a tormenta passar para se explicar perante a sociedade queimadense. Afinal, Advan Sobrinho tem um passado limpo e sempre mereceu o respeito e apoio dos seus conterrâneos.
                        Mas a verdade é que ela teria dificuldade para explicar e convencer a população do porquê de pagar a uma funcionária de sua clínica particular e, mais agravante, sua prima, com recursos da Secretaria. Ingenuidade ou sabedoria em demasia? Sim, porque o pagamento foi feito por meio de depósito na conta corrente da funcionária com recursos oriundos de uma conta da própria Secretaria.
                        Hoje, na rádio “Queimadas FM” a ex-secretária Advan Sobrinho de maneira constrangida tentou explicar o inexplicável. Afirmou que tudo não passou de vingança perpetrada por sua prima para prejudicá-la, sob orientação de seu companheiro Walmir Bezerra (candidato a vereador nas últimas eleições) e que a estava usando politicamente para prejudicar o atual gestor. Mas não negou a denúncia principal: a de que pagou com recursos públicos o salário da funcionária de sua clínica particular. Tentou explicar, sem conseguir, que Adriana Sobrinho trabalhava na Secretaria, mas que ia poucos dias ao trabalho, já que, como Assistente Social ela teria um horário diferenciado dos demais funcionários.
                        O que a ex-secretária não explicou, e nem tinha como explicar, é que se a funcionária estava de fato prestando serviço à Secretaria (e ela garante que tem provas) não havia razões para ser demitida pelo prefeito, em especial, da forma como foi feito sem que ela tivesse direito a defesa. Foi sumária a sua demissão. O que poucas pessoas sabem e muitas fingem não saber é que este episódio pode terminar em cassação do mandato do prefeito por improbidade administrativa. Daí sua pressa em demiti-la.
Mas o “passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo” não está preocupado com o futuro político da ex-secretária. Ela própria o jogou no lixo. Está preocupado com o cerco e os oferecimentos  que o prefeito Tarcísio “Liso” Pedreira e alguns dos seus asseclas vem fazendo a Walmir Bezerra, companheiro da prima. Pois não é que o prefeito teve a cara de pau de propor a Walmir que sua companheira fizesse o estorno do dinheiro pago com recursos da Secretaria de Ação Social?
O que pretende o alcaide? Ir para a “Rádio Queimadas FM” e afirmar que tudo não passou de boatos e que jamais houve tal episódio e, inclusive, readmitir a ex-secretária? Ou estaria ele apenas com medo de que uma ação na Justiça o leve a perder o mandato?

Para entender o episódio

            Adriana Sobrinho morava em São Paulo. Advan Sobrinho quando soube que seria secretária de Ação Social convidou a prima, que é Assistente Social para vir trabalhar com ela na Secretaria. Ocorre que o seu companheiro Walmir Bezerra faz oposição ao prefeito e este exigiu em contrapartida ao emprego, que ela rompesse seu relacionamento com seu companheiro, o que não foi aceito.
Daí a razão de Adriana Sobrinho ter ido trabalhar na clínica de propriedade da prima. Ocorre que neste período a amizade entre as duas foi se deteriorando a ponto de haver um rompimento. O problema é que Advan Sobrinho, a empresária e não a secretária, não pagou o tempo trabalhado pela prima em sua empresa. Com a insistencia dela em receber seus direitos Advan Sobrinho resolve pagar, mas utilizando-se dos recursos públicos e não da sua empresa.
Onde está a vingança? Lutar para receber o que tinha direito era razão para ser tratada de forma injusta como foi? O que Adriana e seu companheiro fizeram foi denunciar uma “mutreta”, um escândalo e uma prova de que este governo ainda tem muito a explicar à população de Queimadas. Este é apenas um, entre outros casos que estão sendo levantados. Vamos aguardar.

4 comentários:

  1. Caro Haroldo, você coloca-se como real conhecedor da causa, sabe até que o prefeito pediu para a Adrina se separar, pasme! O mais certo era pedir pra demitir a a esposa de alguém que não merece respaldo politico. E assim foi feito, demitida as duas, uma no primeiro mês e a outra no quarto mês, e você como justifica um concurso fajuto, com vagas não existente na lei do municipio? Como justifica o nepotismo quando sua sobrinha se tornou funcionária da SMSQ? Aliás vale lembrar que o concurso foi de Q.I (quem indica)
    ON NAMAH SHIVAYA

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  2. É uma pena que "anônimo" não tem coragem de se identificar, porque a prova do concurso público que fiz encontra-se em minha casa a disposição de quem quiser ver, para poder assim perceber que existem pessoas com faculdades intelectuais possíveis de passar em qualquer concurso público, sem precisar de "padrinhos políticos". Durmo com a minha consciência tranquila sabendo que estudei e feliz porque passei... moro na Rua Rui Barbosa, casa de número 29... Passe lá e confira com os seus próprios olhos o documento. Agora se a covardia impede que faça isso e fale mal da vida alheia pelas costas, a minha ignorância e o meu repúdio é o que gente covarde e maledicente como você merece!

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  3. Me identifique com o comentário de "anônimo" porque sou a única sobrinha do Sr. Haroldo e posso dizer-lhe que com muito orgulho! Bom dia a todos!

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  4. ha ha ha.A incompetencia de Haroldo foi tão grande,que abriu vaga para farmacêutico ,tal cargo não está disponível na lei de cargos municipais,ele que é vivido,experiente e tal,deveria ter pedido a serginho que mandasse um projeto de lei para a câmara municipal criando a vaga,#CHUPAlUISE

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