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quarta-feira, 17 de março de 2010

Destruir, destruir, destruir. Eles só pensam em destruir

Aos amigos e leitores deste blog: a partir de agora aumentarão as inserções de material de cunho político nacional e estadual, sem descuidar, claro, do municipal. Isso, em razão de que acredito que seja necessário conhecermos melhor quem são os candidatos que disputam cargos no poder executivo e no legislativo.
Quero que prestem toda atenção ao candidato tucano, o atual governador José Serra que posa de político de boas maneiras e de intelectual de fala mansa, mas não passa de um homem autoritário que não aceita o contraditório. Como disse o ex-ministro Ciro Gomes “Serra, para atingir seus objetivos, passa por cima da própria mãe”.
Isso nos remete ao que se passa em nosso município com esta corja que assumiu o poder, mas não passa de um bando de marginais que atacam e agridem pessoas de bem pelo simples fato de discordarem de sua política suicida para o município, além de destruírem o que temos de melhor.
O que estes canalhas fizeram e continuam fazendo pela cidade, inclusive o filho do próprio prefeito, um elemento conhecido pela alcunha de “André Moleque” que deveria andar nas páginas policiais só ocorre em uma terra sem lei. Porque se tivéssemos autoridade legal estariam na cadeia e sendo processados por agressão verbal, xingamentos, calúnia e difamação.
O que fizeram nas casas de Carlos Reis e de Celeste Maria, dois personagens que merecem o respeito de todos os queimadenses, é típico de marginal de botequim de periferia; de drogados e de assassinos.
Além disso, estão a queimar dinheiro público numa festa que já dura mais de quatro dias, num delírio só aceitável em gente viciada, para comemorar, estranhamente, o fato de terem tido seus diplomas cassados pela Justiça. O prefeito Edivaldo Cayres e o Vice, Francisco César ao incentivarem a sua turba a agredir, xingar, caluniar e difamar pessoas de bem, serão responsabilizados caso algo de mais grave ocorra.
Leiam esta análise do jornalista Luiz Carlos Azenha, do blog www.viomundo.com.br.

Luiz Carlos Azenha

José Serra quer destruir o Viomundo. Pretende fazê-lo, como sempre, recorrendo ao esgoto. Não, não é o esgoto que a Sabesp, a empresa encarregada de promover Serra em todo o Brasil, joga nos rios de São Paulo. Sim, senhores e senhoras. A Sabesp, “empresa de saúde”, pega o esgoto das casas e atira nos rios. Mas o esgoto a que Serra recorre é o de sempre: um exército de difamadores e caluniadores anônimos.
Isso diz mais sobre o caráter do homem José Serra do que sobre o político. Mostra uma necessidade obsessiva de controle, falta de aceitação de questionamentos e de opiniões diferentes. Serra, lembrem-se, é aquele que constrange repórteres ao vivo, para dar exemplo.
Sim, sim, isso também revela os métodos de um político antigo, mas não dá para dizer que Serra seja o único a fazer isso na política brasileira. Falta de caráter não é exclusividade do PSDB, do DEM ou do PT.
Eu me lembro muito bem de um perfil de Fernando Collor de Mello que a Folha de S. Paulo traçou antes da eleição e posse do “caçador de marajás”. Gostaria muito de encontrar o artigo em algum arquivo. Não me lembro quem eram os autores, mas guardei o texto na memória porque foi profético: antecipou todos os desvios de personalidade que ficariam expostos mais tarde.
Quais são as grandes ideias de Serra? Quais foram os grandes projetos inovadores que ele tocou como governador de São Paulo? A quem ele serviu, além de à própria carreira política? Por que ele foi incapaz de limpar a calha do rio Tietê e evitar pelo menos parcialmente as enchentes que paralisaram São Paulo? Por que a Sabesp continua atirando esgoto nos rios de São Paulo? Por que os professores da educação paulista estão em greve? Por que as polícias paulistas se enfrentaram diante do Palácio dos Bandeirantes?
Em vez de responder com honestidade a essas perguntas, José Serra conta com a cobertura da grande mídia para evitá-las, recorrendo à truculência particular contra aqueles que identifica como “inimigos”: ações judiciais, calúnia, difamação, boatos e rumores. Isso vale contra qualquer um que se coloque no caminho de Serra. Trago de volta, aqui, o artigo de um assessor do governador paulista, publicado no Estadão, com o sugestivo título de “Pó pará, governador”, em que o articulista deixa implícita uma acusação gravíssima contra Aécio Neves. Se Serra é capaz de fazer isso com um colega governador, do mesmo partido, do que ele não é capaz?
Quando à pretensão de destruir o Viomundo, lamento informá-lo — e a seus asseclas — de que vai se dar mal. O Viomundo é uma comunidade virtual que tem cerca de 450 mil leitores por mês. Eu sou apenas um integrante dessa comunidade. Se as pessoas procuram este espaço é porque acreditam que aqui encontram informação e opinião de qualidade. Eu jamais cometeria o erro grosseiro de Serra de subestimar a inteligência, a capacidade crítica e a coragem de meus leitores diante de um político obcecado pelo controle, cujos métodos “modernos” de campanha se baseiam no assassinato de reputações, na propaganda e na desinformação.
Se Serra age assim como candidato, imaginem se for eleito presidente…

PS: Destruir parece ser uma obsessão dessa turma. Destruir o patrimônio público na privataria que beneficiou os amigos. Destruir em “acabar com o PAC”, do presidente do PSDB, Sergio Guerra. Destruir os blogueiros que eles não conseguem controlar. É caso para divã, como era o de Collor de Mello.