Nos últimos dias, neste blog ou em comentários em esquinas, bares e praças alguns saudosos de um passado negro e recente afiam a língua para denegrir pessoas de bem e que lutaram e lutam para expulsar de uma vez por todas falsos profetas do bom administrar e do bom honesto, o que nunca foram e jamais serão.
Talvez não saibam, ou não queiram saber ou, o que é pior, saibam e fechem os olhos que não há briga pelo poder, mas democracia participativa onde as decisões são tomadas de forma colegiada. Acabou-se o tempo da arogancia, da preportencia (Maurinho e Cesar); do sujo e maltrapilho de sandália japonesa acocorado num vão qaulquer (Edivaldo). Chegou a era da ética, da honestidade, da transparencia mas, sobretudo, a hora do trabalho; a hora do povo que há 20 anos mendiga por renda, trabalho e pelo surgimento de políticos corajosos e sérios.
Esta é a democracia implantada por Lula, no País; por Wagner na Bahia e por Serginho em Queimadas. A época da escuridão; do chicote e da mala recheada acabou e para sempre. A esperança venceu o medo e os queimadenses, como já aconteceu com os baianos e os brasileiros enxergam a luz no fim do túnel. Uma luz que trará saber. Os que agora chiam, representam o passado. Os chorões, a perda da farra com o dinheiro público e os gritões, o poder que pensavam ter para continuar com seus desmandos. Chegou a vez de Queimadas e de seu povo.
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sábado, 5 de junho de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A Cigarra e o TRE
E os dias passam e a mesmice inconsequente de sempre se repete: “não entrou em pauta”. Espero que não seja igual a vida da cigarra que passa 17 anos enterrada como larva, ganha corpo e no pouco tempo de vida que lhe resta (pouco mais de seis meses) dedica-se a cantar para atrair o companheiro, acasalar-se, produzir novamente uma larva que passará mais dezessete anos à espera de sua primavera.
Assim é, se lhe parece, os processos que condenaram à perda de mandato o atual gestor do município de Queimadas, Edivaldo Cayres e de seu vice, Francisco César. Este, com o agravante de pagamento de multa num valor aproximado de R$ 25 mil. Sim, porque são dois os processos. No primeiro, eles foram defenestrados pelo Tribunal Regional Eleitoral com o voto de desempate (estava 3 a 3) do desembargador Sinésio Cabral, presidente do egrégio tribunal.
Mas o próprio, uma semana depois, numa decisão surpreendente, permitiu que o indigitado prefeito cassado continuasse no poder até decisão posterior do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O próprio recurso ajuizado pelo candidato Paulo Sergio (Serginho) que o denunciou por compra de votos continuou dormitando na gaveta do presidente do TRE.
O recurso e o segundo processo, que tambem terminou empatado, coincidentemente em 3 a 3, depende do voto do desembargador Sinésio Cabral. No primeiro caso (o recurso), é julgar se é procedente ou não. No segundo, por ter pedido vista do processo, oferecer seu voto e acabar com a agonia de 30 mil pessoas que é a população do município.
E assim, “la nave vá” e o direito de Paulo Sérgio surrupiado nas urnas, tal como comprovou a Justiça, continua aguardando o canto da cigarra. Virá? Se positivo, quando?
Enquanto isso, o nada continua sendo a tonica desta administração desastrosa. A lógica do desembargador para mante-lo no cargo é furada. Foi a mesma do juiz Geancarlos: “dar garantias para que a gestão não sofresse qualquer paralisação com o entra e sai de prefeitos”.
Na verdade, esta argumentação provou-se ao longo destes quinze meses não ser correta. O município perdeu com a paralisia. Não por conta da posse ou não do reclamante vitorioso, mas pela indolencia e incompetencia administrativa do ocupante ilegal e pela sonolencia deste processo que se arrasta por meses a fio sem qualquer decisão consequente.
Assim é, se lhe parece, os processos que condenaram à perda de mandato o atual gestor do município de Queimadas, Edivaldo Cayres e de seu vice, Francisco César. Este, com o agravante de pagamento de multa num valor aproximado de R$ 25 mil. Sim, porque são dois os processos. No primeiro, eles foram defenestrados pelo Tribunal Regional Eleitoral com o voto de desempate (estava 3 a 3) do desembargador Sinésio Cabral, presidente do egrégio tribunal.
Mas o próprio, uma semana depois, numa decisão surpreendente, permitiu que o indigitado prefeito cassado continuasse no poder até decisão posterior do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O próprio recurso ajuizado pelo candidato Paulo Sergio (Serginho) que o denunciou por compra de votos continuou dormitando na gaveta do presidente do TRE.
O recurso e o segundo processo, que tambem terminou empatado, coincidentemente em 3 a 3, depende do voto do desembargador Sinésio Cabral. No primeiro caso (o recurso), é julgar se é procedente ou não. No segundo, por ter pedido vista do processo, oferecer seu voto e acabar com a agonia de 30 mil pessoas que é a população do município.
E assim, “la nave vá” e o direito de Paulo Sérgio surrupiado nas urnas, tal como comprovou a Justiça, continua aguardando o canto da cigarra. Virá? Se positivo, quando?
Enquanto isso, o nada continua sendo a tonica desta administração desastrosa. A lógica do desembargador para mante-lo no cargo é furada. Foi a mesma do juiz Geancarlos: “dar garantias para que a gestão não sofresse qualquer paralisação com o entra e sai de prefeitos”.
Na verdade, esta argumentação provou-se ao longo destes quinze meses não ser correta. O município perdeu com a paralisia. Não por conta da posse ou não do reclamante vitorioso, mas pela indolencia e incompetencia administrativa do ocupante ilegal e pela sonolencia deste processo que se arrasta por meses a fio sem qualquer decisão consequente.
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