Mostrando postagens com marcador Varjão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Varjão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de maio de 2014

Sombra e Escuridão

        




        "O que vale é a versão, e não o fato". Se o autor desta frase (Gustavo Capanema)  estiver correto negras e poderosas nuvens de tempestades estão a ponto de desabar sobre a cabeça, hoje bastante desprotegida, da cambaleante liderança do governo na Câmara Municipal, o vereador Renato Varjão.

         E o pior: o emblemático Líder governista, que ainda crê em promessas vãs anda às turras com sombras que se movimentam e sopram, como"moinhos de vento" leves ventanias, mas que o distanciam cada vez mais de um, hoje, improvável sonho de recuperar poder, prestígio e, o que mais deseja, a presidência da Câmara de Vereadores.

         Acossado por problemas de Liderança, hoje exercida na prática e, diga-se, burramente, pelo alcaide Tarcísio Pedreira e por problemas pessoais, o vereador Renato Varjão entrou num período de escuridão total. A Luz, que é um guia a iluminar os crentes de consciência, sobretudo nas noites mais assombrosas, voltará no tempo certo. Até porque já anda a rondá-lo.

         O que não se tem certeza é se o Guia que o seduziu e agora o conduz ao Olimpo que tanto almeja encontrará a Luz no meio da escuridão ou, o que é mais grave, não o estará conduzindo para o limbo, um lugar distante dos limites do Céu onde, por certo, encontrará antigos colegas crentes como ele, mas que não conseguiram enxergar as armadilhas do Poder e que a mão que os guiavam tinham um pacto sinistro com Judas.

         Quando um político abandona velhos amigos; quando, no afã de auferir benefícios passageiros atropela princípios caros que levou anos para alicerçar, sempre com a ajuda de companheiros de velhas batalhas, enfim quando os troca por mãos novas, porém sujas pela ignomínia e orienta-se por um discurso que desonra e menospreza, além de humilhar companheiros de verdade é hora de se olhar no espelho. Lá, com certeza não sairá um reflexo que deixará sua consciência tranquila.

         Está nas ruas e o "passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo" lamenta ouvir e ser obrigado a publicar, pelo direito que o povo tem de saber, que "Mainha", a execrável, nas palavras de seu irmão e ex-prefeito de Queimadas, José Mauro de Oliveira Filho, é a Luz (e olhe que ela não trabalha na Coelba) a conduzir docilmente e por um longo percurso o atual Líder do Governo, para uma improvável vitória na próxima disputa pela Presidência da Câmara.


         Mesmo discordando em quase tudo com o vereador lamento pela sua desídia. Sim, porque creio que a condutora, na verdade, não o levará à Luz. Até porque este Guia tem um outro nome: Caronte, que na mitologia grega é o barqueiro do Hades, o Deus do Inferno,  que carrega as almas dos recém mortos sobre as águas dos rios Estige e Aqueronte, que dividiam o mundo dos vivos e o mundo dos mortos. Mas se insistir em oferecer a mão não esqueça de levar uma moeda. Nada não, apenas para não ficar vagando às margens dos rios por cem anos.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

“Puxão de orelha” ainda rende











O “carão” ou o “puxão de orelha”  se assim o preferem dado pelo prefeito de Serrinha, Osny Cardoso de Araújo, também presidente do Consisal, no prefeito de Queimadas Tarcísio Pedreira durante sessão na Camara de Vereadores na última quarta-feira registrada por este blog e transmitida ao vivo para todo o município por três emissoras de rádio, pode parecer, mas não foi o único fato relevante ocorrido naquela manhã que entrará para a história política de Queimadas como o maior vexame passado por uma autoridade do nosso município e, o que é pior, dentro de sua própria terra.

            Dois outros episódios ocorridos durante a sessão da Camara apontam para o grau de insensatez, irresponsabilidade, incompetência e mau gerenciamento da coisa pública levado à cabo por este atual desgoverno que o Líder do Governo na Camara, vereador Renato Varjão, tenta fazer crer para a população ser o maior prefeito da História de Queimadas.

O mesmo vereador que momentos antes, ao falar da tribuna para atacar mais uma vez este blog e o seu editor, anunciou que o prefeito já decidiu e ninguém vai conseguir dissuadi-lo de vender créditos que o município tem junto ao Governo Federal no valor de R$ 15 milhões por meio de leilão já prestes a acontecer.

Esta prepotência e arrogância, algo peculiar ao vereador e ao prefeito, podem trazer para o erário público, caso se confirme a realização do leilão, como tudo leva a crer, um prejuízo em torno de R$ 7.5 milhões, um crime que a sociedade queimadense não pode permitir. O cinismo do Líder do Governo, vereador Renato Varjão ao anunciar a realização do leilão e o que o prefeito “Fogueteiro” pretende fazer com os R$ 4.5 milhões que vai receber revela o escárnio com que estas pessoas tratam o bem público e o seu povo.

Explico melhor: Se o prefeito vender o crédito de R$ 15 milhões que o município de Queimadas tem a receber em 1º de janeiro de 2015, portanto daqui a menos de 14 meses, com um deságio de 50%, conforme apontou este blog ao denunciar o acordo prévio entre o prefeito e o Banco Safra, a prefeitura ficará com R$ 7.5 milhões, metade do dinheiro. Só que destes R$ 7.5 milhões ela terá que pagar R$ 3 milhões (20% de R$ 15 milhões) ao advogado da causa (a base de cálculo é feita sobre o valor global do crédito), ficando para o município apenas R$ 4.5 milhões, ou seja, 30% do valor global de R$ 15 milhões, quando poderia, em janeiro de 2015, entrar nos cofres municipais, líquidos R$ 12 milhões.

Sem ter como responder à sociedade queimadense a acusação feita por este blog tergiversou o vereador Renato Varjão: “Nós consultamos o Tribunal de Contas (Quem? Está por escrito?) e este nos garantiu que não existe qualquer irregularidade na operação”, bradou. O blog não acusou o prefeito de, ao vender o crédito, estar burlando a lei.

O que o blog afirmou e reafirma é a imoralidade da venda e o crime de “lesa” prefeitura se a venda for concretizada nos termos denunciado de um crédito com garantia legal de recebe-lo dentro de 14 meses. A Camara, é verdade, por unanimidade, como afirma o Líder do Governo, deu de mão beijada o poder para o prefeito Tarcísio Pedreira cometer este crime contra o erário público, ao transformar em lei projeto tão sinistros e lesivo aos cofres públicos.

Portanto, não é a questão legal que está em discussão no momento. Se bem que o blog tem certeza de que se o Ministério Público fosse atuante em nosso município não deixaria que tamanha insensatez e dilapidação do patrimônio público ocorresse. O que deixa a população perplexa é o prefeito, com a autorização expressa da Camara de Vereadores, transferir para terceiros um recurso deste valor, em especial, quando sabemos o quanto o município precisa de recursos, sobretudo na área educacional para o qual o dinheiro se destina.

O outro episódio, abordado pelo blog na matéria anterior, foi sobre a mentira do prefeito Tarcísio Pedreira logo após o puxão de orelha” dado pelo prefeito de Serrinha Osny Cardoso de Araújo ao cobrar de público do prefeito de Queimadas, durante seu pronunciamento na Camara, responsabilidade solidária, ou seja, que Queimadas cumpra os compromissos assumidos com o Consisal, do qual o município é sócio. Algo anunciado pelo próprio prefeito em seguida à fala de Osny, de que não paga desde janeiro.

Como os vereadores, todos sem exceção, estavam perplexos, ou seria melhor dizer, boquiabertos, como carão levado de público pelo prefeito, não perceberam as contradições de Tarcísio ao tentar, sem jeito, explicar o não pagamento ao Consisal: “não paguei porque o ex-gestor não deixou recursos alocados para cumprir este compromisso”, disse, para logo em seguida afirmar: “Já paguei estes últimos dois meses e a partir de janeiro regularizaremos os pagamentos”, garantiu.

Quem estava presente no plenário da Camara pode perceber, mesmo que levemente, uma contração no rosto do prefeito de Serrinha. Educado, Osny Cardoso de Araújo levantou levemente as sobrancelhas, baixou a cabeça como a esconder a “gafe” cometida por Tarcísio Pedreira que os vereadores deixaram passar. Mas, o que foi, afinal?

Observem que nosso alcaide tinha dado como desculpa ao prefeito Osny, logo após receber o” puxão de orelha”, para não ter cumprido o compromisso de pagar o Consisal (segundo o próprio prefeito cerca de R$ 12 mil) porque estaria cometendo crime de improbidade administrativa que poderia, inclusive, tirar-lhe o cargo de prefeito, já que o ex-gestor não fez provimento legal. No entanto, logo em seguida, sem nem corar, afirma que havia pago dois meses (provavelmente setembro e outubro).

Se verdade e não mentira o que afirmou, na próxima sessão os vereadores de oposição podem abrir uma sindicância ou uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar s o prefeito pagou ou não. Se o fez, cometeu crime de improbidade administrativa e pode perder o cargo. Isso, foi o que levou ao prefeito de Serrinha, Osny Cardoso de Araújo a mudar seu semblante.

Amanhã escreverei sobre o outro episódio. Fica claro que ele tem nome: Renato Varjão, Líder do Governo que hoje tem duas grandes preocupações em seus pronunciamentos. A primeira, atacar o blog e o seu editor. A segunda, defender o indefensável. Mas isso tem explicação. É a técnica de quem veio para confundir e não para esclarecer. Mais com alguns adendos. Aguardem.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Jogos de poder

                


         O jogo de poder, pelo poder, com olhos dirigidos, acreditem, para as eleições de 2016 em Queimadas, cresce dentro da base do governo o que vem gerando uma série de abalos sísmicos, alguns leves, mas contínuos como o que tem seu epicentro no Poder Judiciário.

Se esses tremores ainda não foram suficientes para atingir altos índices na escala Richter (que mede a magnitude dos sismos) no mínimo provocam movimentos leves como a retirada de moradores (candidatos) das proximidades das áreas mais afetadas (centro do poder), e abalos numa administração já caótica, sem planejamento e onde a maior obra é a briga intestina acelerada pelos que disputam acirradamente posições de mando.

            E são vários os locais propícios a esses abalos. Alguns estudiosos desse fenômeno tão comum na natureza, como Marcelo Carvalho, por exemplo, têm mais condições do que o “passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo” para traçar a grande falha geológica, seus principais pontos de ruptura e o seu prolongamento (tamanho), ao passar pelo centro da sede do município.

Ao “passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo” caberá definir os personagens que vivem no submundo das placas tectônicas e as razões que os levam a provocar esses sismos, alguns, inclusive, devastadores. Exemplo maior foi o sismo de magnitude 7,0 gerado pela substituição, sob acusações graves, de Advan Sobrinho da Secretaria de Ação Social, apenas três meses após assumir a pasta.

Para aqueles que têm boa memória o maior terremoto (deve ter alcançado 8,2 na escala Richter), foi provocado pela ruptura quase total de uma das colunas que segura a placa tectônica mais importante da falha. O abalo se deu com a tentativa de derrubada do secretário de Finanças Roberto Salgado levada a cabo por alguns personagens que tem o poder de mexer nas colunas que, vez em quando, impedem um sismo cataclísmico.

A saber, a toda poderosa “Mainha” e sua fiel escudeira, o alcaide do momento, Tarcísio Pedreira, o Líder do Governo na Câmara, vereador Renato Varjão, o secretário de Educação Leonir Floriani e o inepto e neófito em política André Cayres cuja coluna é sustentada por seus pais, ambos ex-prefeitos do município, Edvaldo Cayres e Heyde Cayres. O último tremor (exoneração da também secretária de Ação Social, Fabiana Ribeiro) e que deixou a coluna trincada, ainda gera incertezas quanto a sua magnitude.

E quem são esses personagens ou colunas que, além do próprio prefeito e de “Mainha” e sua fiel escudeira geram tantos abalos nesta frágil administração? Para analisarmos essas colunas temos que retroceder no tempo. Porque só assim é possível termos a dimensão exata do caráter, dos interesses e dos pleitos de cada um deles neste intrincado jogo. É preciso sairmos das placas tectônicas e buscarmos alguns vulcões para sabermos com que tipo de lava (se é que elas têm diferenças entre si) foram forjadas estas pessoas.

Quem é Renato Varjão, o afilhado do secretário de Finanças, Roberto Salgado, mas que não teve qualquer tipo de constrangimento para traí-lo no episódio da tentativa de derrubá-lo da secretária de Finanças? Não é fácil compor esta coluna.

As ligas que foram utilizadas para forjá-la saíram de diferentes fornecedores. Não dá para esquecer, por exemplo, o seu principal construtor: o ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho que o colocou para coordenar o Peti e, em seguida, o guindou à condição de secretário de Finanças substituindo não menos do que Roberto Salgado, isso mesmo, o seu padrinho exonerado por divergências políticas e administrativas.

Acompanhem. Enquanto secretário de Finanças o atual Líder do Prefeito, na Camara sob tirar proveito e construir uma candidatura já desejada e buscada por meio de um dos blocos mais importantes a desfilar na Festa da Lavagem, da qual foi seu presidente por longos anos. Eleito vereador, Renato Varjão mostrou porque trair Roberto Salgado, seu padrinho, não surpreenderia ninguém: traiu seu criador (o ex-prefeito Maurinho) e caiu nos braços do novo prefeito, Edvaldo Cayres.

Não posso considerar que ao apoiar a candidatura Tarcísio o atual Líder do Governo traiu Edvaldo, mesmo o ex-prefeito tendo “apoiado” o candidato do PT, Dr. André Andrade. É que foi um apoio digamos “em cima do muro”, já que sua mulher e ex-prefeita Heyde Cayres apoiou a candidatura Tarcísio. De qualquer forma, para ser ético deveria ter se mantido neutro. Não o fez.

Aliado de primeira hora da atual administração trabalha nos bastidores para derrubar aqueles que, por ventura, um dia possam fazer sombra ao seu sonho maior: tornar-se prefeito do município. Não lhe falta mérito, reconheçamos e, ninguém em sã consciência pode criticar esse desejo. As críticas ficam por conta dos métodos que utiliza para alcançar seus objetivos como, por exemplo, o de trair pessoas que o ajudaram a construir seu perfil e a galgar os cargos que ocupou, como o seu padrinho Roberto Salgado.

O segundo personagem dessa história, o atual secretário de Educação, Leonir Floriani, é mais emblemático e carece de uma matéria exclusiva para termos uma análise mais coerente e com substancia. Por ora digamos apenas que nos últimos 20 anos é um personagem que não saiu dos bastidores e das estrutura do poder, seja em Queimadas ou no município de Nordestina.

Mas é bom não esquecermos que esta coluna que vem aguentando os milhares de tremores ocorridos neste longo período, tem berço: O Partido dos Trabalhadores. Esta coluna não foi forjada por lava de vulcão, mas, sim, pelas propostas de mudanças que ocorreram por todo o País após o surgimento do PT. Só que, neste longo período traiu sua forja natural e a ela agregou todo o tipo de material, desde os mais resistentes e sólidos aos que de pior se encontram nos mercados em qualquer esquina.

Fiquemos apenas no fato de que ele foi um dos pré-candidatos do PT nas eleições de outubro passado, disputando com os demais oito candidatos, palmo a palmo, a indicação do seu nome. Não conseguindo, entra aí, a sua grande faceta, que é também a da traição. Derrotada suas pretensões caiu nos baços de Tarcísio numa sem cerimonia que só após a posse da atual administração deixou clara as razões: um cargo, no caso, a Secretaria de Educação.

O terceiro personagem tem menor poder, envergadura política e menos estrutura para poder sonhar com voos maiores como a pretensão de vir a disputar e se tornar prefeito do município. Trata-se do pecuarista e agora, dizem, empresário, Cremilton. Como Leonir Floriani foi, também, pré-candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores e, também, traiu o partido aliando-se à candidatura Tarcísio.

O que tem esses três personagens ou colunas que dão sustentação a esta administração postada em cima de uma placa tectônica e que vive continuadamente em sobressalto devido aos contínuos abalos sísmicos desde que tomaram posse do poder? Não conseguiram visualizar? Muito bem, busquem um nome. Que tal Roberto Salgado e, por tabela, Hamilton Salgado que já logrou ser sabotado e perdeu o cargo de secretário de Administração?

Pois aí está, meus poucos, mas fies leitores o elo mais importante a ligar esta trinca aos mesmos interesses: A queda do secretário de Finanças, Roberto Salgado e a de Hamilton Salgado, agora da diretoria de Meio Ambiente. Lembro aos céticos que o pecuarista Cremilton, por exemplo, para apoiar a candidatura de Dr. André exigiu do ex-prefeito Paulo Sergio (Serginho) a demissão sumária de Roberto e Hamilton. Atendido, nem por isso deixou de trair sus companheiros e passar a apoiar o outro candidato.

É o mesmo ex-companheiro que hoje brada e exige de público a demissão dos mesmos personagens, como ocorreu na última “marmelada” protagonizada, mais uma vez, por “Mainha”, sua fiel escudeira e o próprio espectro de prefeito, Tarcísio Oliveira.

Refiro-me ao desespero que tomou conta das hostes governistas ao desconfiarem (sic) que a oposição se encontrava em Salvador reunida com Roberto Salgado (que estaria aliado ao vice-prefeito Agripino Santos para derrubar o prefeito). Ele (Roberto) teria deixado Queimadas com uma mala de documentos para denunciar a atual administração por corrupção, segundo espalharam pela cidade.

A falsa crise foi alimentada por essas próceres figuras, ou melhor, por essas colunas que sustentam este poder corroído por dentro. Eles espalharam boatos (que no fundo interessavam exclusivamente às suas aspirações), como a de que “Mainha”, finalmente, demitira o Secretário de Finanças.

Em que pese os gastos com fogos ao longo do dia o que se viu ao fim e ao cabo de tamanho desespero era que tudo não passara de invenção de membros do próprio governo interessados, alguns, em provocar ações que lhes beneficiassem, como a suposta demissão de Roberto Salgado. Na verdade, por uma estranha coincidência encontravam-se em Salvador para tratar de interesses próprios, o Sr. Silvio Salgado, Dr. André e, sem qualquer tipo de contato entre eles, Roberto Salgado.

Apenas o medo e o receio de que Roberto Salgado por perceber que está sendo, aos poucos, alijado do poder possa vir a sair do governo atirando para todo o lado, e a sanha dessa trinca citada acima que tem interesses divergentes, mas ambos querem a queda do secretário, pode provocar tamanha confusão e desespero. A que nível está chegando a política em Queimadas. Qual a razão de tanta truculência, coordenada ou não?


É bom lembrarmos a estes esquálidos políticos que pelo fato de a escala Richter ser uma escala logarítmica, um terremoto que alcança 5,0 tem uma amplitude sísmica 10 vezes maior do que a que mede 4,0. Para avançamos mais um pouco, em termos de energia, um terremoto de grau 7,0 libera cerca de 30 vezes a energia de um abalo de grau 6,0. Portanto, não haverá coluna que resista a esses sismos, sejam eles grau 1,0 ou 9,0.