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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Manifestação paralisa a BR 407 em Pedras Altas





GEDSC DIGITAL CAMERAReproduzo matéria publicada pelo Bahia Folha News. Posteriormente voltaremos a falar sobre o assunto.
Em busca de Melhorias e mais qualidade de vida os moradores, trabalhadores e agricultores de Queimadas, Pedras Altas e região interditaram a BR 407 na manhã dessa terça-feira (08), gerando cerca de 1 á 2 km de congestionamento por varias horas, . A paralisação da rodovia acontece nos dois extremos que dão acesso as cidades de Capim Grosso e Senhor do Bonfim. Os manifestantes reivindicam que a Adutora do Sisal abram as comportas da Barragem de Pedras Altas, segundo relatos há mais de quatro meses as comportas não são abertas e com isso gerou diversas complicações para os Ribeirinhos que dependem da água para sua sobrevivência. Nesse momento mais de 500 pessoas estão envolvidas na manifestação, a Polícia Militar e a PRF estão acompanhando as manifestações. A comissão de vereadores do Município de Queimadas e presidentes de associações solicitaram uma reunião com o representante da CERB para discutir a possibilidade de soltar a água ainda hoje. Os vereadores Paulino Ferreira, Valmir Barreto, Ubaldo Sidronio, Agnaldo Coelho, Luiz Carneiro e Mario Régis e o presidente da câmara Mário José, juntamente com os presidentes das associações Valdik Lima de Pedras Altas, Dão de Fortaleza, Edvaldo Rosa Souza, estiveram presentes.  Segundo relatos de membros da associação a manifestação vai permanecer até soltarem as águas. O Vereador Agnaldo Coelho disse que mais de 5 mil famílias estão sofrendo com a falta de água e que as pessoas  tiram sua sobrevivência do rio estão tendo graves problemas. Além das famílias que estão tendo esses problemas com a falta de água a embasa está cometendo um crime com o meio ambiente, com os animais, com a vida, disse o vereador.
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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Rede Bahia: Ato pela democratização da mídia, hoje, às 10h

NA PORTA DA REDE BAHIA: Assembléia Popular Pela Democratização da Comunicação.
Salvador, 11 de julho, às 10 horas.


Copilada do blog Viomundo

“A Globo na Bahia se transformou no instrumento político no combate à oposição. Sempre que um oposicionista conseguiu se eleger, foi massacrado pela Rede Bahia, que o Roberto Marinho e a Rede Globo sabem perfeitamente ser um instrumento político a serviço de Antônio Carlos Magalhães” (João Carlos Teixeira Gomes, Jornalista).

“O povo não é bobo, fora Rede Globo” (grito que ecoou nas manifestações recentes em nosso país, que levaram milhões de homens e mulheres às ruas).
“Rede Bahia, Mentira Todo dia” (se ouviu nas manifestações em Salvador).
A Rede Bahia, afiliada da Rede Globo de Televisão tem a sua história marcada por escândalos e corrupção. O império consolidado por Antônio Carlos Magalhães foi construído quando o ex-senador se encastelou no Ministério das Comunicações durante o Governo de José Sarney, em 1986, com o objetivo de formar uma rede de alianças midiáticas sob a direção da sua família e grupo político, para dominar a política no estado da Bahia e perseguir a oposição.
A Rede Bahia controla os meios de comunicação de massa em nosso estado e impede que o povo trabalhador tenha acesso à informação sadia e de qualidade, inviabilizando a ampliação da democracia no país e na Bahia. Atrelada a um passado sombrio, a Empresa se beneficiou de trapaças e ilegalidades nas concessões de radio e TV, operadas pelo então Ministro ACM.
Hoje, a Rede Bahia comanda 10 grandes veículos de comunicação de massa: 7 emissoras de TV, duas rádios FM e um Jornal impresso. Esses instrumentos supostamente voltados a comunicar, estão à serviço de uma ideologia reacionária, atrelada aos interesses das elites dominantes em nosso país e no estado da Bahia. Através da Rede Bahia o povo é cotidianamente bombardeado com manipulações voltadas a criminalizar os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade; tipifica os jovens negros e negras das periferias como “inimigos padrões”; promove a mercantilização da vida e corpo das mulheres; impedem que as pautas populares sejam veiculadas; persegue funcionários que não se adaptam às suas idéias reacionárias e estão à serviço de setores que querem destruir as conquistas democráticas dos últimos 10 anos.
A Rede Bahia integra as Organizações Globo, maior conglomerado midiático da América Latina e um dos maiores do mundo, e estão presentes em praticamente todas as formas de mídia: jornais, revistas, rádio, internet, televisão (aberta e fechada), música e cinema. Propriedade da família Marinho, o grupo controla a maior rede de televisão do País, a Rede Globo de Televisão. Em torno dela está formada uma cadeia composta por 121 emissoras de TV entre geradoras (06) e afiliadas (115), com uma cobertura que alcança 5.441 municípios brasileiros e um público estimado em 159 milhões de espectadores. À rede de televisão dos Marinho orbitam 204 veículos de comunicação, distribuídos por 89 TVs VHF e 08 UHF, 34 rádios AM e 53 FM, além de 20 jornais.
A Rede Globo e a Rede Bahia estão diretamente envolvidas no período nefasto da Ditadura Militar (1964-1985) em nosso país, que cumpriu o papel de entregar as nossas riquezas para o capital estrangeiro, perseguir, torturar e assassinar uma série de lutadores e lutadoras que queriam ver brotar a democracia em nosso país.
Nesse momento, pesa sobre a Rede Globo a revelação de que houve irregularidades na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002 pela emissora, que teve que pagar R$ 270 milhões à Receita Federal, apesar de mentir, negando a sonegação fiscal. A Rede Globo e a Rede Bahia tremem de medo e ódio quando as organizações populares e movimentos sociais de comunicação afirmam a necessidade da Democratização dos Meios de Comunicação em nosso país.
No momento da Assembléia Popular pela Democratização dos Meios de Comunicação, coletaremos assinaturas para a proposta de iniciativa popular de uma nova lei geral de comunicação. O projeto trata da regulamentação da radiodifusão e pretende garantir mais pluralidade nos conteúdos, transparência nos processos de concessão e evitar os monopólios. Democratizar a comunicação no país é batalha fundamental de todos os lutadores e lutadoras do povo e se insere na disputa pelas reformas estruturais em nossa sociedade. Em torno das lutas fortaleceremos a construção de um Projeto Popular para a Bahia e o Brasil.

PELA DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, NÃO DESCANSAREMOS!
OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!
Convocam o Ato:
Ação Social Arquidiocesana de Salvador – ASA
Associação Baiana de Radiofusão Comunitária – ABRAÇO/BA.
Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF.
Associação dos Advogados de Trabalhadores Rurais no Estado da Bahia – AATR/BA.
Associação de Moradores de Jardim Cajazeiras.
Campanha Nacional Contra os Agrotóxicos e pela Vida.
Campanha Reaja ou será morto, Reaja ou será Morta.
Central Única dos Trabalhadores – CUT/Bahia.
Centro Victor Meyer – CVM
Coletivo Quilombo
Comitê da Bahia Pela Democratização da Comunicação – FNDC/BA.
Comitê Popular da Copa – CPC.
Consulta Popular
Conselho de Moradores de Novo Horizonte e Sussuarana.
Coordenação Nacional de Entidades Negras – CONEN.
Diretório Central das/dos Estudantes da UFBA – Gestão Viração
Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia – ENEBIO
Federação Nacional dos Estudantes de Agronomia – FEAB
Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar – FETRAF/BA.
Intersindical.
Levante Popular da Juventude – LPJ.
Marcha Mundial das Mulheres – MMM.
Movimento das Mulheres Camponesas – MMC.
Movimento dos Atingidos por Barragem – MAB
Movimento dos Atingidos pela Mineração – MAM
Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA.
Movimento dos Pescadores e Pescadoras – MPP.
Movimento dos Trabalhadores Desempregados – MTD.
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
Movimento Sem Teto de Feira de Santana.
Movimento Sem Teto de Salvador – MSTS.
Movimento Social dos Povos Brasileiros – MSPB.
Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias – NEPPA.
Núcleo de Organização Popular de Pau da Lima.
Pastoral Carcerária – PC
Pastoral da Juventude – PJ
Pastoral da Juventude do Meio Popular – PJMP
Pastoral da Juventude Rural – PJR
Pastoral da Saúde – PS
Quilombo X
Sindicato dos Rodoviários do Estado da Bahia – SINDIRODOVIÁRIOS.
Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos no Estado da Bahia – SINCOTELBA.
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Água, Esgoto e Saneamento – SINDAE/BA.
Sindicato dos Jornalistas da Bahia – SINJORBA.
Sindicato dos Petroleiros da Bahia – SINDIPETRO/BA.
Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia – APUB SINDICATO.
Sindicato dos Vigilantes do Estado da Bahia – SINDIVIGILANTES.
Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia. SINDILIMP/BA.
Sindicato dos Trabalhadores Químicos da Bahia – SINDIQUÍMICA/BA.
Sindicato dos Trabalhadores da Saúde – SINDSAÙDE – REDE PRIVADA.
Sindicato dos Eletricitários da Bahia – SINERGIA.
União dos Estudantes da Bahia – UEB.
União Nacional dos Estudantes – UNE.
Em São Paulo, a manifestação será às 17 h, na frente da TV Globo

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Covardia é para os fracos




Este é o momento


Existem momentos na vida em que a reflexão leva-nos por caminhos que a história por diversas vezes comprovou serem equivocados dentro de qualquer contexto político. Assim o foi antes de 64 quando parte da esquerda preferiu uma aliança com os conservadores e outra a radicalização. Durante a Ditadura outras reflexões levaram-nos a outros equívocos. Todos com conseqüências trágicas, em especial, para a plenitude de um Estado de Direito Democrático.
Assusta vermos hoje que a esquerda não aprendeu. Mantém-se na mesma linha de ação. “A história se repete, como disse Karl Marx, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”... Parte da esquerda alinha-se à direita (conservadores, estes já alinhados com a Centro Esquerda) e a outra parte e, o que é mais desastroso, a que detem o poder, acomoda-se de forma tão envergonhada que mais parece covardia.
“A voz das ruas” não chegou aos ouvidos desta esquerda sob o comando de Lula e Dilma. Ou melhor, chegou, mas eles não ouviram. Ou ouviram e acovardaram-se, o que é mais grave. Não interessa neste momento avaliar se a direita sob aproveitar melhor este momento em que acabou assumindo as mais caras bandeiras da esquerda.  O que importa analisar é se ainda somos capazes de reverter o quadro e assumirmos as ruas pregando a Mãe, como já disseram vários analistas, de todas as reformas: a Reforma Política.
Se o Congresso e os partidos do atraso; se o Judiciário com o ativismo político do Supremo Tribunal Federal; se os partidos de meia-tigela, caso do PSDB, PMDB e congeneres, inclusive o PSOL e parte do PT, preferem manter o quadro atual já renegado pelo povo nas suas manifestações de rua, então que Lula e Dilma tirem as correntes que os aprisionam juntem-se ao povo nas ruas e defendam suas bandeiras.
Do contrário vamos assistir a história repetir-se mais uma vez como farsa porque tragédia é a que vivemos atualmente. Antes, foram as famílias com Deus... Hoje, é a classe média cobrando desconto em tarifa de ônibus. Ontem, eram as reformas de base. Hoje. Hoje, a Reforma Política. Ontem, foram os jornais O Globo a Folha de São Paulo e o Estadão que bradavam em seus editoriais todo o Poder aos Militares. Hoje, pregam a derrubada por uma equação política, vide o exemplo do Paraguai.
Acorda Dilma. Acorda Lula. Acorda esquerda envergonhada ou acovardada. Esqueçam-se das benesses do poder e voltem às ruas de onde nunca deveriam ter saído para defender o povo. Este povo que pouco foi às ruas, mas que ficou solidário com os protestos. Esta é a hora. Não é a hora dos Temer, dos Bernardos, dos Cardosos e de tantos outros que no poder traíram seus compromissos. Vamos à luta e vamos fazer o plebiscito para que o povo assuma as rédeas do poder decisório.

domingo, 9 de outubro de 2011

Wall Street: Rompendo 30 anos de controle sobre a imaginação humana


Occupy Wall Street redescobre a imaginação radical

David Graeber, no jornal britânico Guardian


Os jovens que protestam em Wall Street e além rejeitam esta ordem econômica vã. Eles vieram para resgatar o futuro

Por que as pessoas estão ocupando Wall Street? Por que a ocupação — apesar da mais recente repressão policial — espalhou fagulhas através dos Estados Unidos, inspirando em alguns dias centenas de pessoas a mandar pizzas, dinheiro, equipamento e, agora, a começar seus próprios movimentos chamados OccupyChicago, OccupyFlorida, Occupy Denver ou Occupy LA?

Existem razões óbvias. Estamos vendo o começo de uma desafiadora auto-afirmação de uma nova geração de norte-americanos, uma geração que está vendo um futuro de educação sem emprego, sem futuro, mas sob o peso de uma dívida enorme e sem perdão. A maioria, descobri, é da classe trabalhadora ou de origem modesta, meninos e meninas que fizeram tudo o que foi recomendado a eles: estudaram, entraram na faculdade, e agora não apenas estão sendo punidos, mas humilhados — diante da perspectiva de serem tratados como zeros à esquerda, moralmente reprovados.

É realmente surpreendente que eles gostariam de trocar uma palavra com os magnatas financeiros que roubaram seu futuro?

Assim como na Europa, estamos vendo o resultado colossal de um fracasso. Os ocupantes são pessoas cheias de ideias, cujas energias uma sociedade saudável deveria aproveitar para melhorar a vida de todos. Em vez disso, elas estão usando a energia em busca de ideias para derrubar todo o sistema.

Mas o fracasso maior aqui é da imaginação. O que estamos testemunhando pode ser também uma demanda para finalmente ter um debate que todos nós supostamente deveríamos ter tido em 2008. Aquele era um momento, depois do quase-colapso da arquitetura financeira do mundo, em que qualquer coisa parecia possível.

Tudo o que havia sido dito a nós nas décadas anteriores provou-se mentira. Os mercados não eram auto-reguláveis; os criadores de instrumentos financeiros não eram gênios infalíveis; e as dívidas não tinham de ser verdadeiramente pagas — na verdade, o dinheiro em si mostrou-se um instrumento político, trilhões de dólares podendo ser inventados durante a noite quando os bancos centrais ou governos assim quisessem. Mesmo a [revista britânica] Economist deu manchetes como “Capitalismo: Foi uma boa ideia?”.

Parecia o tempo para repensar tudo: a própria natureza dos mercados, do dinheiro, da dívida; de se perguntar para que serve uma ‘economia’. Isso durou talvez duas semanas. Então, numa das mais colossais faltas de coragem histórica, nós todos, coletivamente, colocamos nossas mãos sobre as orelhas e tratamos de tentar colocar as coisas o mais próximas do que tinham sido antes.

Talvez não seja surpreendente. Está se tornando crescentemente óbvio que a verdadeira prioridade daqueles que dirigiram o mundo nas últimas décadas não era criar uma forma viável de capitalismo, mas, em vez disso, nos convencer de que a atual forma de capitalismo é a única forma possível de sistema econômico, e que seus defeitos, portanto, são irrelevantes. Desta forma, todos assistimos sentados enquanto o aparato desaba.

O que aprendemos agora é que a crise econômica dos anos 70 na verdade nunca acabou. Foi superada com crédito barato e pilhagem maciça no Exterior — esta última, de nome “crise da dívida do Terceiro Mundo”. Mas o sul global lutou de volta. O movimento de ‘alter-globalização’ foi, no fim das contas, bem sucedido: o Fundo Monetário Internacional foi expulso do Leste da Ásia e da América Latina, assim como agora está sendo expulso do Oriente Médio. Como resultado, a crise da dívida chegou à Europa e à América do Norte, repleta do mesmo tipo de solução: declare uma crise financeira, indique tecnocratas supostamente neutros para gerenciá-la e em seguida se engaje numa orgia de pilhagem em nome da ‘austeridade’.

A forma de resistência que emergiu parece marcadamente similar ao velho movimento de justiça global, também: vemos a rejeição da antiga política partidária, a adoção da mesma diversidade radical, a mesma ênfase em inventar novas formas de democracia de baixo para cima. O que é diferente é o alvo: se em 2000 os protestos eram dirigidos ao poder das novas burocracias planetárias sem precedentes (Organização Mundial do Comércio, FMI, Banco Mundial, Nafta), instituições que não prestavam contas democraticamente, que existem apenas para servir aos interesses do capital transnacional; agora, é contra toda a classe política de países como a Grécia, a Espanha e agora, os Estados Unidos — exatamente pelas mesmas razões. É por isso que os manifestantes tem hesitado em fazer demandas formais, já que isso significa o reconhecimento implícito dos políticos contra os quais eles se revoltam.

Quando a história for finalmente escrita, no entanto, é provável que todo este tumulto — começando com a Primavera árabe — será lembrado como o tiro de largada de uma onda de negociações sobre a dissolução do Império Norte-Americano. Trinta anos de insistente prioridade na propaganda sobre a substância, do solapamento de qualquer coisa que pudesse parecer base política de uma oposição, pode fazer parecer aos jovens manifestantes que suas perspectivas são sombrias; e está claro que os ricos estão determinados a garantir uma fatia tão grande quanto possível das sobras, jogando uma geração inteira de jovens aos lobos para garantir isso; mas a História não está do lado deles.

Talvez seja bom a gente considerar as consequências do colapso dos impérios coloniais europeus. Não levou ao sucesso dos ricos em agarrar toda a comida disponível, mas à criação do estado de bem-estar social. Não sabemos exatamente o que vai acontecer agora. Mas se os ocupantes finalmente conseguirem romper o controle exercido durante 30 anos sobre a imaginação humana, como aconteceu nas primeiras semanas depois de setembro de 2008, tudo vai novamente estar em jogo — e os manifestantes de Wall Street e de outras cidades dos Estados Unidos terão feito por nós o maior dos favores.

PS do Viomundo: O movimento já atingiu 1015 cidades dos Estados Unidos.