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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Começa corrida pela Presidência da Câmara

               
Ele é pequeno, mas sabe bater escanteio e correr para cabecear



                A Copa das Copas”, como sabemos, terminou para a seleção canarinho de forma vergonhosa após o massacre alemão por 7 x 1. E o vexame não foi maior porque o País deu um show de competência nos preparativos para a sua realização desde a infraestrutura – construção de estádios, segurança, aeroportos e mobilidade urbana -, além é claro da simpatia de seu povo que agradou aos mais de um milhão de estrangeiros que vieram para a Copa no Brasil.

            Bem, para virarmos essa página temos que passar o futebol brasileiro, em especial sua organização e coordenação, a “limpo”. No momento os queimadenses têm outra preocupação, ou melhor, uma Copa com que se preocupar: a escolha do novo presidente da Câmara de Vereadores, hoje já em pauta, apesar de que ainda faltam cerca de 200 dias para o jogo (pleito), se assim o podemos considerar.

            Meus caros e raros leitores que me honram com suas visitas ao blog podem questionar se estou no meu juízo perfeito ao trazer este assunto para discussão tão distante da disputa. Posso garantir que não estou louco, mas o que dizer da sanidade de nossas excelências que já se engalfinham para garantir seu posto no olimpo? Estão em perfeitas condições mentais, ou simplesmente esse tempo presente é o momento certo para colocarem na mesa suas cartadas, em que pese termos uma eleição (outubro) a caminho?

            O certo é que algumas cartas já foram postas. Só não sei ao certo se essa mesa tem uma bola de cristal ou um “quiromante”, “adivinho”, “profeta”, “astrólogo”, “mandingueiro”, “vidente”, “mágico”, “pajé” ou “cartomante” para garantir este ou aquele vereador como o escolhido para gerenciar uma Casa que pouco produz, mas que muito arrecada.


            Posso apenas afiançar que na disputa já estão os vereadores Régis “Manequim” da Ambulância; Renato Varjão (que saiu na frente e já canta apoios); Walmir Barreto, o mesmo que na eleição passada se absteve de votar no candidato oficial (Renato Varjão) e foi taxado pelo alcaide como traidor; e Ubaldo Lima. Ambos pelo campo da situação. E, jogando no erro dos adversários os oposicionistas (nem tanto, assim), Ivanivalda Queiroz (Walda) e Agnaldo dos Santos (Neto).

            Os leitores que não fiquem assombrados. Afinal, presidir a Câmara de Vereadores nos dois anos anteriores às eleições municipais é garantia certa de reeleição. Por isso, fiquem atentos: o governo Tarcísio pode, mais uma vez, sair derrotado. Primeiro, porque não tem comando. Como se sabe política não é o seu forte. E “mainha”, a quem compete negociar apoios e “garantir” votos sob qualquer pretexto, inclusive a “peso de ouro” há muito perdeu a habilidade. Hoje, é apenas uma sombra do passado quando conseguia, por incrível que pareça ludibriar, ou “passar a perna” num dos mais astutos políticos Queimadense, seu irmão, José Mauro de Oliveira Filho.

            Para que vocês não se surpreendam afirmo que as conversas estão em ritmo acelerado e os pretendentes não escondem que, nos bastidores, lutam aguerridamente para conseguir o cargo. Os da situação - Ubaldo, Régis e Renatinho - bradam aos ventos que não abrirão mão da presidência e partem para o desafio aberto ao prefeito que, intramuros, deseja a qualquer preço “doar” o cargo ao vereador Renato Varjão.

Os outros, às escuras estudam os erros dos primeiros para dar (Individualmente, ou em acordo com algum outro traidor), o “bote” na hora e no momento oportuno, como ocorreu na eleição passada quando o prefeito foi derrotado fragorosamente nos últimos segundos da votação. Vamos aguardar até porque o conflito, de tão acirrado, pode determinar os rumos das eleições na sucessão do atual governo.

É bom que os candidatos neófitos e mesmo os que detêm dois, três ou mais mandatos olhem para frente sem esquecer quem se posiciona atrás e pelos lados, ou seja, de uma figura que até o momento age nas sombras e é detentor de força e sabedoria política além de disposição para enfrentar, inclusive, o Prefeito de direito e a prefeita de fato.

Ele enxerga longe e 2016 está mais próximo do que se imagina. Que os mais afoitos não o desprezem, especialmente o vereador Renato Varjão que tem olhos voltados para a sucessão. Seu nome: Fidelina Araújo dos Santos ou, como é mais conhecida, “Lúcia de Pininho”. Neófita, sim. Inexperiente, sim, mas o vice-prefeito, Agripino Ramiro, seu marido age como aranha e na sua teia todos caem.


Portanto, fica uma lembrança para os mais experientes e que praticam o desprezo como arma política contra os menos preparados. Tratem os novatos com a devida atenção. Eles não são apenas figuras que promovem a diversidade dentro da política. Não os irritem porque sua força reside no desejo de mudanças, algo sonhado e desejado pelos eleitores. Renato Varjão e Walmir Barreto, por exemplo, já ocuparam a presidência da Câmara e pouco fizeram. Os novatos acham que a hora é de mudança, ou melhor, que a hora é a deles. A conferir.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Maurinho está de volta





Desencantado com a política praticada hoje no município, mas ainda cheio de vontade de, como ele afirma, combater a chaga que se espalhou por Queimadas com a atual administração, o ex-prefeito José Mauro de Oliveira, pensou até em deixar, como diz, o “barco rolar” para ver a bagaceira ao final deste mandato”. Para ele, é uma gestão péssima e desprovida de sentimento pelo povo, sobretudo quando se trata do atendimento à saúde.


Como é do seu feitio não poupou críticas a antigos aliados que na sua visão o traíram em busca de uma situação financeira melhor. Mas seu maior ataque foi ao prefeito Tarcísio Pedreira. “Sem paixão posso afirmar que este é um governo mau, em se tratando principalmente do atendimento da Saúde ao povo de minha terra. O que ele faz é um crime contra o povo”, desabafa.

De acordo com o ex-prefeito o atual prefeito não tem valor algum, inclusive social e se nega, insistentemente, a atender ao povo. “Nega, inclusive, dois litros de gasolina para que um pai possa buscar seu filho internado em feira de Santana. Eu, José Mauro de Oliveira estou carregando a Saúde em Queimadas transportando doentes para Salvador, Feira de Santana porque ele e a secretária, Indira Sales se negam”, afirma.

Para Maurinho quem quiser saber o quanto este prefeito, hoje, é odiado, inclusive pelos seus eleitores, que ande, como ele, no meio do povo. “Dias atrás, numa festa, uma pessoa pediu a Tarcísio dois reais para ajudar na cerveja e ele negou. Eu, de onde estava ouvi o desabafo: “Seu cachorro, não venha depois pedir voto como fez na última campanha. Não concordo, reafirma, com a expressão, mas esta é a reação dos que se sentem traídos. Não nos esqueçamos de que quem julga o homem público é o povo” aconselha.

Afirma que esta semana (sexta-feira) vai estar na Rádio Alternativa para falar sobre a área da Saúde que considera estar um caos total. “Mais de quatro pessoas me procuraram para que eu arranje um transporte para que eles sejam atendidos fora de Queimadas, porque a Secretária de Saúde (Indira Sales) se nega a conceder transporte”. Teve, inclusive, continua ele, que transportar uma criança até Feira de Santana porque a secretária negou transporte. “Depois de 21 internados, novamente lhe foi negado o transporte. Como a família se cotizou e meu deu o combustível eu fui buscar a criança”, denuncia.

Sobre os vereadores Renato Varjão e Régis “Manequim” de Ambulância ele reluta, de início, em falar. Mas quando fala não perde sua verve guerreira com que costuma tratar seus adversários. “Eles quando não tem o que fazer falam de mim. O Régis é um coitado. Uma pessoa humilde que encontrou um degrau (nele, Maurinho) para subir politicamente e se vendeu ainda antes da eleição”, garante, ao atual prefeito.

Com relação ao vereador Renato Varjão seu discurso é mais duro, mais sentido. Aliás, o vereador deve o que é hoje ao ex-prefeito que o alçou à política. “Todo poder se desgasta e ele está morto. É um energúmeno liquidado que envolveu dinheiro da família na sua campanha milionária, inclusive, refinanciando a casa de sua mãe para pagar as despesas”, fulminou.

sábado, 9 de novembro de 2013

A vassalagem do Líder

       

       
       O vereador Renato Varjão, Líder do Governo na Câmara Municipal tem um longo currículo, para o bem e para o mal. Nasceu politicamente, se a memória não me trai, às custas de seu trabalho, ressalte-se, num dos principais blocos a desfilar na festa da Lavagem da Igreja de Santo Antônio, em Queimadas, que ocorre todos os anos no último domingo do mês de maio.

Mas o seu mentor e político que lhe ofereceu a primeira oportunidade para pensar e alçar voos mais altos, foi o ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho, mais conhecido por “Maurinho” que o colocou para coordenar o Peti no município e, posteriormente o guindou a um cargo estratégico: a Secretária de Finanças, que era ocupado à época (que coincidência, não?) pelo atual secretário e seu padrinho, Roberto Salgado.

A Secretaria de Finanças foi o passo que o levou à política partidária e o elegeu vereador. Ao assumir o mandato, começa um longo período do seu lado, digamos, não tão bom, ou como queiram os seus desafetos, hoje para mais de uma centena, do seu lado mau. Trai seu mentor (Maurinho) e alia-se ao seu adversário. Num piscar de olhos torna-se presidente da Câmara passando por cima de lideranças antigas e com um cabedal de experiência superior à sua.

Portanto, para este blog não foram surpresa os fatos ocorridos e que levaram à maior derrota política do governo Tarcísio, ou seja, a demissão do secretário de Finanças, Roberto Salgado com lances, inclusive, de virada de mesa, recados e contra recados tendo por intermediário o corpo jurídico da prefeitura, e o posterior recuo com o "rabo entre as pernas" dos mentores do golpe, o próprio prefeito, “Mainha” (a comandante da trupe), sua fiel escudeira, o secretário de Educação, Leonir Floriani, André Cayres e, claro, o afilhado do secretário demitido e readmitido (tudo isso em poucas horas), ele, o vereador Renato Varjão.

Concordância

Hoje, eleito mais uma vez vereador, mantém-se fiel ao seu mais novo correligionário e logra virar Líder do Governo acumulando logo de início uma derrota fragorosa: a perda da Presidência da Câmara para a oposição. Neste meio tempo, seu lado bom o leva a complementar seus estudos e hoje é estudante de uma Faculdade de Direito.

Portanto, o blog lamenta a falta de cuidado ou zelo do Líder do Governo com o bom português ao discursar da tribuna. O blog acredita que a frase infeliz pronunciada na presença do prefeito de Serrinha, Osny Cardoso de Araújo, dos demais vereadores, plenário e de toda a população foi motivada pela defesa intransigente que fez do atual prefeito num discurso recheado de sabujice e arrogância:

“Se alguém “trazer” para esta casa uma denúncia comprovada de que o prefeito tenha cometido qualquer ato de improbidade, como retirar dinheiro do banco (sic) eu renuncio à liderança e ao mandato”. Pois o Líder do Governo deve se preparar para renunciar à liderança e ao mandato, porque serão várias as ações de improbidade administrativa a serem ajuizadas contra o atual alcaide.

“Querer escrever como se fala é tão condenável quanto o contrário, ou seja, querer falar como se escreve, o que resulta num modo de falar pedante e ao mesmo tempo difícil de entender”, dizia o filósofo alemão Arthur Schopenhauer. E eu acrescento: falar em público requer cuidados extremos por aqueles que ocupam posição de mando, de liderança e, em especial, para os que se vangloriam, e com justa razão, de estarem ampliando seus conhecimentos por meio do estudo.

Este editor, por exemplo, reconhece as dificuldades de se escrever corretamente na língua pátria. Basta citar que os jornais mantem um revisor (graduado em Letras) permanentemente nas redações. Maior cuidado, portanto, ao falar em sessões especiais. Não sem razão, o bom senso recomenda um texto pronto devidamente revisado.

Lesa Erário

O vereador e Líder do Governo referia-se às denúncias que este blog traz a público das “maracutaias” em andamento na atual administração como, por exemplo, a venda do crédito que o município possui junto ao Governo Federal no valor de R$ 15 milhões a serem pagos ao município em janeiro de 2015 e que o alcaide pretende levar a leilão, ou seja, à venda com um deságio vergonhoso (50%) e em que o único beneficiado será o provável vencedor, o Banco Safra. Em outras palavras, os cofres do município em vez de receberem R$ 12 milhões (descontado os 20% da parte do advogado) irão ficar com apenas R$ 4.5 milhões, ou seja, 30% do valor original.

Este crime contra o erário público, que defende com unhas e dentes, mais a sabujice ao prefeito Tarcísio Pedreira, que o leva a afirmar ser este o maior prefeito da história política de Queimadas, provavelmente têm levado o Líder do Governo, vereador Renato Varjão a cometer uma série de equívocos, como os erros de concordância ao discursar em plenário; a ter posições reacionárias, antidemocráticas e antirrepublicanas, como a de solicitar à Mesa da Câmara abertura de processo contra este editor em razão das críticas que o blog faz.

Como o vereador Renato Varjão está pleno de suas faculdades mentais, é um político sagaz e oportunista, seus equívocos, sabujices e, agora assumindo o papel de censor, com certeza não passam de estratégia. Afinal, esta é a técnica de quem veio para confundir e não para esclarecer, bastante usada por políticos sem ideologia ou sem conteúdo programático.

Mas, deste espaço, faço um alerta ao jovem vereador e Líder do Governo, Renato Varjão que tem justas aspirações de um dia ser o prefeito do município de Queimadas. Cuidado, porque os que se utilizam de artifícios, de oportunismos, de maldades e que costumam aliar-se às pessoas sabidamente do mau, a eles, em futuro bem próximo, se assemelham. Como disse o filósofo alemão do século XIX, nascido em Röcken, Fiedrich Nietzsche, “Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”.  

Sabujice

Durante pronunciamento na tribuna quando da presença do prefeito de Serrinha, Osny Cardoso de Araújo, o Líder do Governo excedeu-se em tudo, inclusive, ao lavar roupa sua em local inadequado, o que poderia ter sido feito no gabinete do prefeito. E sua falta de liderança evidenciou-se em dois momentos impagáveis. O primeiro, na fala do vereador do PT, Lázaro José que o criticou por elogiar o atual prefeito sempre com referência às administrações anteriores. Os que estavam presentes no plenário perceberam que, quando da fala de Lázaro, o vereador, estrategicamente, se ausentou do plenário. Estava na copa, escondido.

“O Líder do Governo deve deixar de fazer comparações desta administração com administrações passadas. Até porque você fez parte das outras, inclusive, foi secretário de uma das administrações mais desastrosas”, disse o vereador Lázaro José entre outras críticas ao atual alcaide e ao Líder.

A segunda foi hilária e ficou por conta do vereador Ubaldo, do grupo de apoio ao prefeito. “Não ligue para as críticas, senhor prefeito. São palavras ao vento, coisa de adversário. Mas o senhor precisa reverter o atual quadro, como limpar as ruas da cidade, pagar os contratados. Importante é levantar a cabeça. Mas que falta muita coisa, isso falta”. Sem comentário. Até porque, momentos depois em sua fala o prefeito Tarcísio Pedreira reconheceu que seu governo vem sofrendo uma série de "abalos políticos", mas não por parte da oposição, mas dos próprios correligionários, conforme denunciou.

Público Ministério

Ainda durante o discurso, Renato Varjão referiu-se às críticas que fiz neste espaço ao Ministério Público de Queimadas. E as reafirmo. Não com o tom de prepotencia do vereador que chega a comprometer a imagem do titular da Promotoria, ao arrogar-se amigo do Promotor Público, Dr.Tiago Alves Pacheco com quem afirma manter contato frequentemente.

A quem interessa esses contatos? Por acaso o vereador Renato Varjão espera algo a “mais” do promotor em razão dessa amizade que não seja o estrito cumprimento do seu dever, algo que este blog cobra? Se assim espera melhor desistir da empreitada. O Promotor pode não dedicar o tempo necessário às necessidades do município, mas com certeza é um funcionário probo e zeloso cumpridor dos seus deveres.

Mas só para esclarecer o atrapalhado Líder do (des)Governo, as críticas que faço neste blog dizem respeito não à pessoa do Promotor Público, Dr. Tiago Alves Pacheco, mas à Instituição Ministério Público. Isso em razão do município estar sem titular, o que compromete o seu trabalho já que tem que se dedicar a atuar em três comarcas diferentes. Como se sabe, o promotor Tiago Alves Pacheco pertence à comarca de Conceição de Coité e ainda presta ajuda à Promotoria de Feira de Santana.

A tentativa do vereador de querer intrigar este blog com o MP não passa de “molecagem” de quem não possui conteúdo para debater questões relevantes e graves existentes em nosso município.

Basta lembrar a defesa que fez da amizade com o atual secretário de Finanças, Roberto Salgado, seu padrinho de batismo. Não precisa arrotar o conhecimento do silêncio de Roberto Salgado. Não após a sua traição comprovada. Este blog, em momento algum publicou qualquer declaração do secretário com referência ao papel que o vereador Renato Varjão desempenhou na tentativa de exonerá-lo do cargo, ou a qualquer outro assunto administrativo

Sua presença neste blog se deve, exclusivamente, ao fato de Roberto Salgado ocupar um cargo de Agente Político na atual administração e de ser um homem público com ação política destacada em nosso município. Sua fala fica por conta da sua pequena imaginação, já tão comprometida com os odores emitidos por este desgoverno e assumidos, de público, pelo vereador.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Em respeito à divergencia

 
Copilado do blog: www.alexmenegueli.blogspot.com
            


            O vereador Renato Varjão, Líder do Governo na Camara Municipal e um dos participantes da trinca que tentou a quartelada para expulsar do comando político e administrativo um dos mais importantes quadros do atual governo tenta, em texto publicado em sua página em uma rede social (leia abaixo), desqualificar o editor do blog www.queimadasbahia.blogspot.com para esconder a sua real intenção: negar sua ação deletéria no mais recente e escabroso episódio envolvendo a administração deste que já é o pior prefeito da história política e economica de Queimadas, Tarcísio Pedreira, agora mais do que nunca sem o “Liso” e o “Valente” incorporados ao seu nome.
            Vou dar crédito à minha fonte até que o vereador Renato Varjão prove que ela se enganou e que eu cometi um erro abissal e, neste caso, este espaço será destinado a um “mea culpa” completo. Portanto, insisto: o vereador participou das negociações iniciais para derrubar um membro importante do atual governo, sendo que uma das primeiras reuniões foi realizada em sua própria casa. Também esteve presente na última reunião (realizada na noite de domingo) quando houve o recuo deixando o prefeito em total descrédito.
            O vereador Renato Varjão, Líder do Governo na Camara Municipal tem consciencia de que os políticos, de uma maneira geral, rezam por várias cartilhas. Porém um jovem que aspira algo mais importante do que ser apenas “mais um” entre tantos passantes da vida pública, deve zelar por sua imagem e rezar pela cartilha da verdade doa ela a quem doer.
Atacar para defender está na cartilha dos covardes (o que não me parece ser o caso do vereador Renato Varjão), mas a arrogancia e a prepotencia estão mais ligadas diretamente à sua ação desde que entrou para a vida pública pelas mãos de quem, rapidamente abandonou para seguir rota própria. Este é um blog político e como tal analisa os acontecimentos gerados por este falso cenário de um palco montado do qual o vereador faz parte, e com destaque, em que o ator principal finge que governa, mas que todos sabem, inclusive o próprio vereador, que tudo é conduzido pela batuta de “mainha”, que vem a ser a progenitora (do prefeito que faz de conta que governa).
Como Líder do Governo na Camara é dever do vereador Renato Varjão defender o prefeito de todas as denúncias apresentadas seja naquela casa ou por meio dos veículos de comunicação no qual se insere este blog. Mas o deve fazer em linguagem própria, por respeito ao cargo e ao povo queimadense, em especial àqueles que o elegeram. E não despejar argumentos pífios e acusações estapafúrdias para negar que participou da quartelada.
Seria mais decente redigir um texto contestando toda a narrativa do episódio e explicando, ponto por ponto sua conduta na quartelada ensaiada. Negar sua participação é admitir publicamente que, como Líder do Governo, foi excluído de decisões capitais tomadas pelo comando político da atual administração. É aceitar, passivamente, que “mainha” e o prefeito eleito não o vêem como Líder e que não merece a confiança de ambos.
Como acredito que não foi este o caso, o vereador Renato Varjão talvez tenha negado sua participação apenas com o objetivo de ser agradável a todos os lados. Negar, e ao mesmo tempo, acusar quem desmontou a farsa publicamente acredita ele talvez o exima de qualquer responsabilidade futura. Está enganado, vereador. A emenda saiu pior do que o soneto.
Até porque era sua obrigação, como Líder do Governo, participar de todas as decisões tomadas pelo comando político. Se assim não fosse, deveria renunciar à Liderança. Primeiro, se fosse o caso, por discordar da decisão a ser tomada. Segundo, por ter sido alijado do processo. Como se ver, em ambas as hipótese o vereador fica nu perante o seu eleitor e, o que é pior, perante a sociedade e ao grupo que o sustenta.
Este blog respeita o pensamento, a divergencia, a ideologia e as escolhas de seus leitores e, em especial, daqueles que, por ocuparem cargos públicos são suas principais fontes. Todos eles, sem exceção, são homens e mulheres de bem. O vereador Renato Varjão, um homem de bem (com ressalvas para suas escolhas políticas) se sentiu ofendido pelo uso da palavra “descaramento” que abrangia todos os envolvidos na quartelada.
Vejamos em que contexto foi utilizado o substantivo: “E os mais preocupados em negar foram o vereador Renato Varjão e o secretário Leonir Floriani para quem tudo não passou de uma grande confusão. O descaramento desta trinca e dos dois prefeitos “mainha” e seu filho, é tão grande que chegaram a esquecer o vai e vem do porta-voz encarregado de transmitir a decisão e, posteriormente, o recuo, ambos tomados por unanimidade: De acordo com as más línguas o papel nefasto coube ao atual procurador do Município, advogado João Otávio”.
De acordo com os dicionários à disposição de qualquer leitor o sinonimo do substantivo “descaramento” significa: cinismo, desaforo, descomedimento, desfaçatez, desonestidade, desvergonha, imoralidade, impudencia, insolencia, petulância, protérvia, safadeza e torpeza. Bem, o bom leitor há de concordar que pelo sentido da frase a escolha do editor foi por “cinismo”, o que não invalidade os demais sinonimos. Veja como ficaria: “O cinismo desta trinca...”
Mas este não foi o caso do vereador Renato Varjão que se sentiu ofendido pelo substantivo utilizado. Mas este editor não pode escolher por ele. Cada um lê a mensagem da forma que recebe. E parece que a escolha foi influenciada pelo tipo de ação que o Conselho Político, ou seja, a trinca lastreada por “mainha” e o prefeito, que se processou nas sombras da noite e às escondidas. Políticos que respeitam os eleitores agem de forma pública e transparente. Ou não é dessa forma que se age, Sr. Vereador e Líder do Governo na Camara, Renato Varjão?
Para que não reste alguma dúvida eis  o sinônimo do substantivo “deletério” utilizado neste texto: Que destrói ou danifica; prejudicial.


Íntegra do post do Vereador Renato Varjão em sua página numa rede social:




O desespero tomou conta de alguns correligionário do candidato derrotado nas eleições de outubro de 2012,um exemplo claro e a atuação desesperada de um cidadão que teve a oportunidade de mostrar alguma coisa quando secretario de saúde e simplesmente envergonhou o município com ações duvidosas de prepotência e arrogância.

O jornalista Aroldo Aquiles ,que tinha feito vários planos para sua vida pessoal, não se conforma com a pancada que tomou nas urnas, simplesmente em seus textos tendenciosos atira para todos os lados, ofendendo pessoas de bem ,deixando que seu coração de um autentico derrotado apaixonado atropele a sensatez e o respeito ao próximo, com mentiras escabrosas.

Seria um ótimo protagonista para encenar no romance aventuras de pinòquio escrita pelo italiano Carlo Gollodi.

E um ótimo escritor é verdade, porém, suas ações maldosas estão comprometendo suas qualidades.

Em um dos seus textos ele me acusou levianamente de uma atitude que não participei ,inclusive utilizando um termo grosseiro " descaramento" .

Na verdade descaramento, e canalhice são suas atitudes sem fundamento suas escritas sem lógica, tentando desestabilizar um grupo que esta bem, que chegou ao poder por reconhecimento do povo.

Da próxima vez peça a seu passarinho de amnésia que retroaja ao passado para lembrar da atuação nefasta do seu autor. Quem sabe que com este choque de consciência se envergonha e para de publicar tantas mentiras.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

CONSCIÊNCIAS MORTAS



“Os homens deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são”. Este é um entre os mais de uma centena de pensamentos do poeta William Shakespeare tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. É este pensamento que me vem à memória ao tomar conhecimento das tristes e pesadas palavras proferidas pelo vereador Renato Varjão, um jovem aspirante ao cargo de prefeito de Queimadas, num futuro distante, ao se referir ao comerciante Marcelo Carvalho pela simples razão deste sair em defesa do Meio Ambiente, ao denunciar e criticar a derrubada de uma quinzena de árvores sem algum critério.

Ele, como representante do povo na Camara é que deveria, em primeira mão, ter se pronunciado contra este ato criminoso perpetrado sob a luz e os holofotes de uma administração em que, por todos os ângulos que se olhe, é nefasta. O fez para cumprir um ritual: o do adulador. Recorro mais uma vez (e o farei mais no decorrer deste texto) ao dramaturgo inglês: “aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador”. Perdoe-me nobre vereador, mas o Sr. não falou como líder do prefeito. O Sr. tentou defender o indefensável. Na verdade tentou ser mais realista que o rei. Esqueceu-se que o Rei está Nu.

Marcelo Carvalho é um jovem que chegou à terceira idade com o gás da mais pura cidadania defendendo aquilo em que acredita e navegando, como ele mesmo disse, ao sabor dos ventos. Mas, consciente do seu papel na sociedade queimadense. Não busca o poder, cobra-lhe o exercício. Este que o vereador Renato Varjão teima em não enxergar e, o que é pior, em não exerce-lo em sua plenitude.

O que se esperava do vereador Renato Varjão não era a defesa intransigente da atual administração apenas pelo simples fato de ser Líder do Prefeito na Casa. Esperava-se independência quando os interesses do município estiverem em jogo. Talvez tenha se irritado com um dos parágrafos do artigo de Marcelo em que este afirma Hoje, 05 de junho, dia do Meio Ambiente, deveríamos estar festejando a natureza, sua sobrevivência, sua proteção, e, sobretudo, sua conservação. Mas, como não podia deixar de ser, para não fugir à regra, Queimadas, mais uma vez trilha a contra mão da história e se rebela, através de seus filhos "non gratos", aqueles mesmos que insistem em contrariar a lógica e a maltratar o bom senso. Aqueles filhos rebeldes que nos proporcionaram um dos maiores crimes ambientais urbanos de nossa triste e pobre história. A derrubada daquelas árvores na entrada da cidade chocou a todos. Foi um enorme impacto, nos enchendo de vergonha e de muita tristeza". 

Sua defesa insana (do vereador Renato Varjão) da administração e, por afinidade, do crime cometido contra o Meio Ambiente transforma-o a olhos vistos. De um jovem à frente de seu tempo, num velho decrépito a clamar a quatro vento a defesa “burra” de atitudes espúrias. Mais dois pensamento do dramaturgo inglês, William Shakespeare: O primeiro para o “velho jovem” Marcelo Carvalho que tem a ousadia de ousar: “Ser grande, é abraçar uma grande causa”. O segundo, para o “jovem velho” vereador Renato Varjão insano Líder do prefeito: “O mal da grandeza é quando ela separa a consciência do poder".



Este é o texto que levantou a ira do vereador Renato Varjão líder do prefeito na Câmara Municipal. Como vereador e líder de uma comunidade que lhe garantiu o direito de sentar numa cadeira da Camara deveria ele, defender os interesses do povo, e não de uma minoria que se acha proprietária do município a ponto de autorizar a derrubada de árvores para beneficiar um agrupamento político.

Hoje, 05 de junho, dia do Meio Ambiente, deveríamos estar festejando a natureza, sua sobrevivência, sua proteção, e, sobretudo, sua conservação. Mas, como não podia deixar de ser, para não fugir à regra, Queimadas, mais uma vez trilha a contra mão da história e se rebela, através de seus filhos "non gratos", aqueles mesmos que insistem em contrariar a lógica e maltratar o bom senso. Aqueles filhos rebeldes que nos proporcionaram um dos maiores crimes ambientais urbanos de nossa triste e pobre história.
A derrubada daquelas árvores na entrada da cidade chocou a todos. Foi um enorme impacto, nos enchendo de vergonha e de muita tristeza.
Ontem estive conversando com uma garota que participou a alguns anos atrás, exatamente no dia do Meio Ambiente, de um mutirão para plantio de mudas de árvores grandes e médios portes. Aquelas mesmas que plantaram com muita alegria e orgulho, debaixo de um "solão" causticante e inclemente, foram abatidas uma a uma esta semana, exatamente na semana do Meio Ambiente, por pessoas inescrupulosas, insensíveis e imorais (uma maneira muito estranha e surreal de reverenciar a natureza em sua semana festiva!).
Espero que este ato criminoso seja discutido hoje nos serviços da Câmara dos Vereadores, em sua sessão habitual das quartas-feiras. Desejo que os nossos nobres representantes discutam a fundo esta questão e que seja levada às últimas consequências, punindo severamente os culpados nos moldes da justiça e da lei, especialmente os seus mandantes. Não tem argumentos que justifiquem tanta brutalidade. É inadmissível!
Saravá,Zacarias!
Salve Jorge.
No mais, respeito e solidariedade são essenciais.

À bientôt!