Mostrando postagens com marcador Tarcísio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tarcísio. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Velhas práticas não morrem






              O "passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo" que por razões técnicas sobrevoou outras áreas nos últimos tempos acaba de se aninhar no seu galho favorito. E ficou estarrecido ao ouvir comentários de que velhas práticas (e não só velhas amizades e parcerias), sobreviveram e, o que é ainda mais grave, com a complacência de órgãos e instituições que deveriam zelar pelo bem público, em especial, pelos parcos recursos municipais.

         Entre uma cerveja e outra os politizados frequentadores  do púlpito mais comentado da cidade (à frente do passeio da Casa de Fiinho) mostram-se estarrecidos com supostas notícias de que certo vereador, sério candidato à Presidência da Câmara com apoio explícito do atual alcaide, recebe benesses dos cofres municipais para bancar sua viagem ao município em que cursa uma faculdade.

         Segundo a fonte que sussurrou a suposta denúncia (tão baixo, mas não o suficiente para o atento ouvido do "passarinho"), um veículo provavelmente da Secretaria de Saúde é o transporte usado pelo vereador para se deslocar para a cidade de Paripiranga. O mais absurdo é que o Pálio zero é facilmente identificado já que é plotado com a marca da prefeitura.

         Isso mostra o péssimo exemplo do alcaide e do ex-presidente da Câmara no respeito aos gastos dos recursos públicos. Mostra, também, que o prefeito Tarcísio Pedreira, que recusou oferecer transporte para todos os alunos só voltando atrás devido a luta dos estudantes e da denúncia desde blog objetivava prejudicar os estudantes.

         A prova é que agora, supostamente, coloca à disposição de um único aluno, todas as semanas, um veículo que deixa o município às quintas-feiras (com motorista) e permanece em Paripiranga até o sábado. Sendo verdadeira esta denúncia (que deve ser fruto de uma investigação por parte da Câmara de Vereadores, independentemente do beneficiário ser membro da Casa), o prefeito comete um crime e pode ser processado por improbidade administrativa.

         Além dessa denúncia (ainda não comprovada) do uso de bem público para interesse particular, o "passarinho do pé de fícus do Bar de Osvaldo" ouviu, também, que o prefeito Tarcísio Pedreira e o ex-prefeito José Mauro de Oliveira relevaram suas desavenças - pessoais, políticas e familiares - e reataram antigos laços e estão de braços dados. Motivos para essa suposta aliança seria o apoio de ambos ao candidato do DEM, Paulo Souto ao Governo do Estado.

         Relembro aos leitores a entrevista (abaixo) e sua repercussão dada pelo ex-prefeito a este blog contra os que hoje, supostamente, voltam aos seus braços, ou ao contrário. Vamos esperar por mais informações. Mas de qualquer forma leiam o que dizia "Maurinho' de seus (à época) inimigos políticos e pessoais).

Hora de Recolhimento

          As últimas 72 horas tem sido a caixinha de Pandora ou, no melhor da mitologia grega a tragédia e todos os males que sufocam, afligem e determinam a política queimadense, ao mostrar de forma "nua e crua" as mazelas que habitam o esgoto que liga o Executivo à parte do Legislativo no atual mandato.

         Uma simbiose ou associação que os une a todos os tipos de acordos, conchavos, falsidade ideológica entre tantos males que despertaram sob o peso da curiosidade de Pandora, no mito grego, a primeira mulher a chegar à terra.

          Do ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho que fez as pazes com seu lado guerrilheiro ao abater voos maus iniciados, aos abatidos vereadores Régis “Manequim” da Ambulância e Renato Varjão, e às piores aves que o ex-prefeito considera de rapina, o atual alcaide Tarcísio Pedreira e aquela que ele chama de execrável, “Mainha” a gestora das falcatruas.

         Foi um petardo, ou como diria um amigo “um tiro certeiro” na asa direita de ambas as aves que foram obrigadas a pousar. Vão esperar as asas cresceram, enquanto mantém um silêncio obsequioso. Nos próximos dias veremos se alguma recebeu chumbo mais profundo que a obrigue a um recolhimento mais prolongado.

          Duas dessas aves abatidas conseguiram respirar, mas recolheram seus arsenais e sinalizaram uma trégua. O vereador Líder do Governo, Renato Varjão simulou um ataque ao ex-prefeito, mas, no meio do texto reconheceu que o tiro foi certeiro e, contido, pediu Luz aos atiradores em nome, mais uma vez, do Senhor. “Que Jesus ilumine o coração de todos os cidadãos deste torrão, e que nunca me desampare! Tudo posso, naquele que me fortalece!”, pediu o vereador em súplica.

             Num ponto seu pedido tem razão: não é da conta de ninguém como ele gasta seu dinheiro em política. Contudo, ao assumir a dívida que fez sem explicitar para o seu eleitorado como pretende fazê-lo para quitar corre o risco de que todo o tipo de interpretação possa ser feito.

          Não há como um político justificar uma despesa de campanha caso não tenha como pagá-la. Todos sabem que R$ 5 mil, que é o salário de um vereador, não da para cobrir despesas de campanha. Então fica a pergunta: Quem quitará esta dívida? Jesus, a quem recorre sempre que é criticado ou acusado de alguma maldade, é que não será. Ou Será que Será?
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTxFDyeOP3xaEl7SkLjEgrzQFIc18M3Jt8uAVrB-t7rp1gAu9dFwJwlKCA

          O vereador Régis “Manequim” da Ambulância, agora mais conhecido como “Régis do Pulo” seguiu os passos de seu colega e utiliza-se de passagens da Bíblia para esconder seus mal feitos. O eleitorado, neste momento não está preocupado com a religiosidade do vereador que assumiu, de público, sua adesão ao executivo. O que todos querem é que ele prove que não recebeu R$ 80 mil dos atuais mandatários para aderir, conforme denúncia feita por Maurinho.

          E mais: surgem informações de que o vereador recebia dinheiro do Bolsa Família e que foi negado, agora, quando foi renovar. O vereador tem que vir a público esclarecer se os rumores (por enquanto) são verdadeiros ou não. O que se sabe é que nestes últimos 14 meses a renda familiar de Régis “Manequim” da Ambulância o descredencia a receber recursos do Bolsa Família.

          Quanto ao prefeito Tarcísio Pedreira e sua genitora conhecida pela alcunha de “Mainha” não se espere que venham a se defender das acusações feitas pelo ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho, seu tio e irmão de sua mãe. Foram acusações graves e que a sociedade, em especial, os vereadores que honram seu mandato deveriam cobrar. Quarta-feira é dia de sessão. Leiam e critiquem como já de praxe este editor, mas, neste dia o esqueçam e peçam explicações e os convidem a se defenderem perante a Tribuna dessa Casa.

E agora, prefeito! Vai responder ao seu tio?
       
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRaBqy4_rRzEEJ3wrTNTJSqYTuNOSz2ExbafiYZpjFeJK0QIgFClm9ldBI     https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEhSS9N4D1aoiA2anQ2Kkidxx6yGsGLQPllzQvB6ueRSsKXklVHC32FYWqwGgT5bmv8mkGa3_QO1VpFMjctQPLd-28PFvUbSoHtiLRLLHIt0r2OF5CosGmCeNUoEhs8bKKV8Oc7ghIca4RG01sRJwO4QnwUKOnUfy5elw52yuYWF46GsN-L3_liEn1I-46fQr3_pMFUIXdhG0Gnnjub1ZJaE=
O 3 x 4 do "Régis do Pulo" o novo campeão olímpico e o prefeito: por que choras?





          O Comitê Olímpico Brasileiro – COI – já tem seu representante para o salto triplo nas Olimpíadas de 2016 com a garantia de Medalha de Ouro para o Brasil: o atleta Régis “Manequim” da Ambulância que nas horas vagas travestido de vereador envergonha uma Casa que já teve tradição e hoje não passa de uma sombra esmaecida do que já representou para o povo de Queimadas.

            A Mesa da Câmara não pode se furtar a abrir um processo por falta de Decoro Parlamentar. É uma oportunidade que a Casa tem para se redimir dos erros, ausências, omissões e puxa-saquismo desavergonhado que tem praticado ultimamente. Não se pode coexistir com fatos e atos dessa natureza. Pena que o COI não possa convocá-lo porque o seu “treino” no muro da Rádio Alternativa, à vista de todos não passou de uma manifestação equivalente à de moleques e malandros que pulam muros e cercas de chácaras para furtarem frutas.

Não se pode admitir que um membro do parlamento desesperado por ter sido acusado de público por seu antigo líder, de ter se “vendido” ao poder, escale um muro como se marginal fosse numa tentativa de invadir uma propriedade particular para agredir o ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho que concedia uma entrevista à Rádio Alternativa.

Isso se chama desespero e demonstração de que as acusações procedem. Um Vereador que se respeita sabe que a Tribuna da Casa é o local próprio para esbravejar contra quem quer que seja. Invadir uma propriedade pulando o muro e tentando agredir o entrevistado mostra, apenas, que as acusações têm fundo de verdade.

O espetáculo deprimente perpetrado pelo vereador Régis “Manequim” da Ambulância ou, como alguns já apelidaram de “Régis do Pulo” não pode passar em branco. O ato desrespeitoso e bizarro é considerado crime previsto em Lei: Invasão de Propriedade. E o pior: com o intuito de agredir o antigo aliado, hoje desafeto. O que pretendia o vereador Régis “Manequim” da Ambulância com seu gesto tresloucado ao ser acusado de ter recebido R$ 80 mil para dar apoio ao atual prefeito, Tarcísio Pedreira: agredir o ex-prefeito?

Este tipo de reação machista e, o que é pior, ao arrepio da Lei, pode até agradar alguns “gatos pingados” que vivem ao redor de políticos agitadores, ou até mesmo gente poderosa, a exemplo do prefeito Tarcísio Pedreira envolvido nas acusações do ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho.

Sim, porque se verdadeiras forem as acusações de que o ex-prefeito Tarcísio Pedreira “comprou” apoio e isso antes das eleições é mais uma acusação por prática eleitoral ilícita já que ele responde a outras. Mais o arranhão foi mais profundo do que se esperava. Nas críticas feitas a atual administração o ex-gestor não perdoou seu sobrinho, antigo aliado e hoje inimigo político, o prefeito Tarcísio Pedreira.

https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEiuhhsPS8D1cyXcpj-J7t1Mu7d3jM2FzSMOFgrXXKSu1lYooBseBbiURwjh8ptlwMvmTB_Rj0vyUXCIlJ3ltOP7AWf99ndIdKsKeOVGkH6urX4GZlEjkhOE_z-ziPCAL3oS7jckYOWOHyU7QgWGmullf2JOwbGeay4Xy-9dnY-ztIXAImBR8wx53Ssbpp-A2vOcer49AZVUpTD1gBve=
Maurinho abate prefeito e vereador com acusações gravíssimas



Maurinho, como também é conhecido, criticou o que ele considera como o caos na área da Saúde no município ao revelar, por exemplo, o quanto é procurado diariamente pela população para resolver situações como de pacientes que necessitam de cirurgia e não encontram respaldo da secretária de Saúde, Indira Sales que nega até transporte para levar essas pessoas à Feira de Santana e Salvador.

Mas a acusação mais grave feita pelo ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho foi contra os desmandos de sua irmã e mãe do prefeito Tarcísio Oliveira, Maria Dolores, mais conhecida por “Mainha” considerada por muitos como a verdadeira “prefeita” do município tal seu nível de interferência na administração.

Dias antes, o prefeito Tarcísio Pedreira, numa investida contra todos os que fazem oposição ao seu governo, inclusive, e, principalmente, ao editor deste blog que denunciou uma série de irregularidades administrativas, como empenhos de combustíveis que, somados ao longo dos últimos nove meses, chegam a cifra astronômica de mais de R$ 3 milhões fez sérias acusações da Tribuna da Câmara de Vereadores. Entre elas, contra o ex-prefeito e seu tio, de ter vendido uma praça a um cigano.

“Antes de falar de qualquer secretário lembre-se da sua mãe que, como secretária de Educação e de Saúde durante meus governos desviou verbas de ambas as secretarias”, acusou Maurinho. E o mais grave, chamou “Mainha” de falsificadora. “Ela falsificava minha assinatura em cheques e em programas de governo que envolviam recursos para desviá-los para seu bolso, o que só descobrir mais tarde quando o “rombo” já era grande”, revelou.

A pergunta que se faz agora é quem deve ir à Tribuna da Câmara de vereadores ou à Rádio Alternativa se defender das acusações: “Mainha”, com seu jeito abobalhado e piegas de falar, sempre usando em vão o nome o Senhor para justificar as acusações de falcatruas feitas pelo seu irmão, enquanto gestora de recursos de duas secretarias, ou o próprio alcaide? Certeza maior é que ambos silenciem à espera de que a população esqueça as denúncias. É o medo de que o Ministério Público desperte de sua letargia e vá ao fundo de um pote que não parece ter fim.

E que o próprio Ministério Público aproveite a “deixa” do prefeito que, em nota oficial mandou recado a este blog de que não responderá à novas denúncias que forem feitas à sua administração e de que o editor deve procurar o MP. Não é papel da imprensa procurar o Ministério Público para denunciar supostas mazelas do atual alcaide. O papel da imprensa, e, portanto, deste blog é o de fiscalizar e denunciar nestas páginas virtuais, os supostos desmandos.


Cabem aos senhores vereadores ao tomar conhecimento das denúncias, investigar. Se encontrarem indícios abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito, apurar os fatos e encaminhar o relatório para o MP. Já o Ministério, sem necessidade de aguardar o resultado da CPI pode abrir sua própria investigação e, se houver indícios de crime, encaminhar para o fórum adequado que é a Justiça. Este é o caminho que os dois órgãos devem trilhar. O resto é conversa para "boi dormir". Mas de barriga cheia.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O vexame do prefeito de Queimadas







                O leitor deste blog pode achar que este editor tem má vontade com o atual alcaide, Tarcísio Pedreira pelas críticas, algumas delas contundentes, que faz sobre a sua ação administrativa e o seu cotidiano. Mas isso é apenas o exercício diário de um direito fundamental: a liberdade de expressão - se acreditamos que vivemos num Estado Democrático de Direito. Até porque, respeitando-se a verdade factual “jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados”, como assinalou corretamente o dramaturgo, escritor, tradutor e jornalista Millôr Fernandes (1923/2012).

         Por essa razão recorro mais uma vez ao Millôr após a constrangedora participação do prefeito Tarcísio Pedreira e de um dos seus assessores, o “lambe-botas” conhecido pelo apelido de “Totonho” que se diz especialista em Meio Ambiente, durante audiência realizada na Câmara de Vereadores (ontem à noite). O objetivo do evento, um dos mais importantes já realizados em Queimadas, foi debater com a sociedade civil organizada e Poder Executivo a implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário da sede do município, um projeto que tem custo orçado em mais de R$ 17 milhões.

         “O que é pior – a chamada mentira piedosa ou a verdade cruel?”, pergunta Millôr. A resposta: foi um vexame a intervenção do alcaide. Despreparado, sequer sabia sobre o assunto a ser tratado. Ou por conveniência ou mesmo obtusidade. Em post anterior afirmei que o prefeito não tem estatura moral, histórica ou cultural. Comprova-se, também, que não tem maturidade e preparo para participar de embates de alto nível com a sociedade, quando a matéria é de interesse de toda a comunidade. Em síntese, não passa de um “filho de mainha”.

Explico: já no final da audiência, após o detalhamento de todo o projeto, seus impactos sociais e econômicos que ocorrerão na sede do município com a execução da obra e, posteriormente, com a entrada em operação do sistema, e de várias perguntas dos participantes, Tarcísio Pedreira de forma intempestiva e vexatória protagonizou um festival de asneiras.

Desrespeito

Menosprezou o corpo técnico da Embasa, área social, sociológica, operacional e da empresa responsável pela execução do projeto de todo o sistema que vieram a Queimadas apresentar o projeto, conhecer o real sentimento da sociedade e debater, inclusive possíveis alterações no projeto. “Vim aqui esperando que vocês viessem dizer quando a obra seria iniciada e não estes detalhamentos que todos nós conhecemos”, bradou indignado o prefeito para surpresa e constrangimento dos presentes (exceção para os “puxa sacos” de sempre).

O mal estar só foi superado pela presença de espírito e de solidariedade do Dr. André que pediu a palavra e explicou detalhadamente o projeto e o objetivo da audiência e também do presidente da Câmara, Lázaro José que deu um “puxão de orelhas” no prefeito e no seu assessor.

Dr. André explicou a relevância do projeto e o significado da audiência em que todos, sociedade e governo, debatiam uma obra reclamada por todos: a limpeza do Rio Itapicuru com a retirada e tratamento dos fluídos sólidos (esgoto sanitário), além da importância do projeto para sanidade do ambiente, ao promover a manutenção da saúde humana, especialmente quando projeto implica no manejo correto dos dejetos.

Quando confrontado, o alcaide calou-se, apoiou uma das mãos sobre o queixo e ficou com aquele olhar vazio de apalermado, de idiota a contemplar seu próprio cinismo, como se seu oportunismo barato não tivesse consequências. Desmascarado o seu oportunismo e momentaneamente confuso, o alcaide tentou levantar a tese de que o município não teria condições de arcar com uma obra de tal porte, como se isso tivesse sido pautado por qualquer dos presentes.

O que foi explanado e com bastante clareza pelo engenheiro Claudemiro Santos, responsável pela execução do projeto é que a prefeitura deverá, após a conclusão do projeto ( a audiência faz parte deste processo) agir politicamente junto aos seus representantes (deputados estaduais e federais, além de senadores) e aos governos estadual e federal para que o recurso necessário seja alocado e, com brevidade.

Admoestação

Não bastasse a afronta do prefeito Tarcísio Pedreira aos técnicos e participantes da audiência, o tal do “Totonho”, muito mais um palhaço de circo (que me perdoem os verdadeiros mestres do riso), como um “uiraponga” (abelhudo) bradando a cada aplauso de uns babacas que pensavam estar sentados num galinheiro de circo, passou a usar o bico como martelo numa bigorna. Misturou Copa do Mundo, construção de estádios, política da Embasa e outras sandices para nada questionar ao final.

O vereador Lázaro, de maneira sensata, cobrou-lhe coerência, discernimento e lamentou que após o festival de sandices, abandonasse a audiência. Na verdade, o presidente da Câmara fez uma admoestação não só à araponga, mas, e principalmente, ao prefeito Tarcísio Pedreira pela vergonhosa participação de ambos num debate civilizado que, ao final, o único ganhador é a população de Queimadas.

O Projeto

Para que os que não estiveram presentes à audiência entendam a extensão da vexação proporcionada pelo Poder Executivo (exceção para o secretário de Agricultura que pontuou corretamente suas observações), o Projeto de Implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário da sede do município se desdobra em várias fases ou etapas.

A primeira compreende o projeto técnico, em si, ou seja, o detalhamento, por exemplo, da extensão da rede coletora dos resíduos; sua destinação aos interceptores, daí às Estações Elevatórias até a destinação final onde serão construídas a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e as Lagoas de Estabilização e, claro, o custo de execução de toda a obra.

Do projeto fazem parte, ainda, o detalhamento do impacto socioeconômico, a exemplo da tarifa a ser cobrada; dos problemas que a comunidade enfrentará por ocasião da execução das obras, quem são os beneficiários. A audiência de ontem faz parte (é prevista em lei) de todo o processo, da mesma forma que a obtenção da Licença Prévia fornecida por instituições ligadas ao Meio Ambiente municipal e estadual.

Encerrada esta fase o projeto é encaminhado para os setores responsáveis pela execução da obra. Neste ponto, entra o que chamamos de Ação de Governo. Em outras palavras, a luta dos agentes políticos (Prefeito e deputados e senadores votados no município, independentemente da cor partidária) junto aos governos estadual e federal em busca das linhas de financiamento.


Alocado o recurso abre-se licitação e a empresa (construtora e não de projeto) vencedora executa, no sentido de construir, a obra. As “abobrinhas” do Prefeito Tarcísio Pedreira e de seu assessor são o que são, “abobrinhas” de agentes despreparados para discutir o desenvolvimento do nosso município em debate com a comunidade.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Começa corrida pela Presidência da Câmara

               
Ele é pequeno, mas sabe bater escanteio e correr para cabecear



                A Copa das Copas”, como sabemos, terminou para a seleção canarinho de forma vergonhosa após o massacre alemão por 7 x 1. E o vexame não foi maior porque o País deu um show de competência nos preparativos para a sua realização desde a infraestrutura – construção de estádios, segurança, aeroportos e mobilidade urbana -, além é claro da simpatia de seu povo que agradou aos mais de um milhão de estrangeiros que vieram para a Copa no Brasil.

            Bem, para virarmos essa página temos que passar o futebol brasileiro, em especial sua organização e coordenação, a “limpo”. No momento os queimadenses têm outra preocupação, ou melhor, uma Copa com que se preocupar: a escolha do novo presidente da Câmara de Vereadores, hoje já em pauta, apesar de que ainda faltam cerca de 200 dias para o jogo (pleito), se assim o podemos considerar.

            Meus caros e raros leitores que me honram com suas visitas ao blog podem questionar se estou no meu juízo perfeito ao trazer este assunto para discussão tão distante da disputa. Posso garantir que não estou louco, mas o que dizer da sanidade de nossas excelências que já se engalfinham para garantir seu posto no olimpo? Estão em perfeitas condições mentais, ou simplesmente esse tempo presente é o momento certo para colocarem na mesa suas cartadas, em que pese termos uma eleição (outubro) a caminho?

            O certo é que algumas cartas já foram postas. Só não sei ao certo se essa mesa tem uma bola de cristal ou um “quiromante”, “adivinho”, “profeta”, “astrólogo”, “mandingueiro”, “vidente”, “mágico”, “pajé” ou “cartomante” para garantir este ou aquele vereador como o escolhido para gerenciar uma Casa que pouco produz, mas que muito arrecada.


            Posso apenas afiançar que na disputa já estão os vereadores Régis “Manequim” da Ambulância; Renato Varjão (que saiu na frente e já canta apoios); Walmir Barreto, o mesmo que na eleição passada se absteve de votar no candidato oficial (Renato Varjão) e foi taxado pelo alcaide como traidor; e Ubaldo Lima. Ambos pelo campo da situação. E, jogando no erro dos adversários os oposicionistas (nem tanto, assim), Ivanivalda Queiroz (Walda) e Agnaldo dos Santos (Neto).

            Os leitores que não fiquem assombrados. Afinal, presidir a Câmara de Vereadores nos dois anos anteriores às eleições municipais é garantia certa de reeleição. Por isso, fiquem atentos: o governo Tarcísio pode, mais uma vez, sair derrotado. Primeiro, porque não tem comando. Como se sabe política não é o seu forte. E “mainha”, a quem compete negociar apoios e “garantir” votos sob qualquer pretexto, inclusive a “peso de ouro” há muito perdeu a habilidade. Hoje, é apenas uma sombra do passado quando conseguia, por incrível que pareça ludibriar, ou “passar a perna” num dos mais astutos políticos Queimadense, seu irmão, José Mauro de Oliveira Filho.

            Para que vocês não se surpreendam afirmo que as conversas estão em ritmo acelerado e os pretendentes não escondem que, nos bastidores, lutam aguerridamente para conseguir o cargo. Os da situação - Ubaldo, Régis e Renatinho - bradam aos ventos que não abrirão mão da presidência e partem para o desafio aberto ao prefeito que, intramuros, deseja a qualquer preço “doar” o cargo ao vereador Renato Varjão.

Os outros, às escuras estudam os erros dos primeiros para dar (Individualmente, ou em acordo com algum outro traidor), o “bote” na hora e no momento oportuno, como ocorreu na eleição passada quando o prefeito foi derrotado fragorosamente nos últimos segundos da votação. Vamos aguardar até porque o conflito, de tão acirrado, pode determinar os rumos das eleições na sucessão do atual governo.

É bom que os candidatos neófitos e mesmo os que detêm dois, três ou mais mandatos olhem para frente sem esquecer quem se posiciona atrás e pelos lados, ou seja, de uma figura que até o momento age nas sombras e é detentor de força e sabedoria política além de disposição para enfrentar, inclusive, o Prefeito de direito e a prefeita de fato.

Ele enxerga longe e 2016 está mais próximo do que se imagina. Que os mais afoitos não o desprezem, especialmente o vereador Renato Varjão que tem olhos voltados para a sucessão. Seu nome: Fidelina Araújo dos Santos ou, como é mais conhecida, “Lúcia de Pininho”. Neófita, sim. Inexperiente, sim, mas o vice-prefeito, Agripino Ramiro, seu marido age como aranha e na sua teia todos caem.


Portanto, fica uma lembrança para os mais experientes e que praticam o desprezo como arma política contra os menos preparados. Tratem os novatos com a devida atenção. Eles não são apenas figuras que promovem a diversidade dentro da política. Não os irritem porque sua força reside no desejo de mudanças, algo sonhado e desejado pelos eleitores. Renato Varjão e Walmir Barreto, por exemplo, já ocuparam a presidência da Câmara e pouco fizeram. Os novatos acham que a hora é de mudança, ou melhor, que a hora é a deles. A conferir.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Tarcísio trai Wagner e Rui Costa

                 
Prefeito Tarcísio, Paulo Souto, Pininho (vice-prefeito) e Geddel 
Tarcísio, Paulo Souto, Pininho (vice-prefeito) e Geddel




                  A história está cheia de casos de traição. No Brasil os casos mais sórdidos e infames foram os de Domingos Fernandes Calabar - estrangulado e esquartejado pelos portugueses por ter se juntado aos holandeses que dominaram por um pequeno período parte do Nordeste Brasileiro (de Pernambuco ao Rio Grande do Norte), e do Cabo Anselmo que, de líder da Associação dos Marinheiros  e de guerrilheiro da Vanguarda Popular Revolucionária, aliou-se às forças da ditadura passando a delatar companheiros, inclusive sua companheira grávida, Soledad Barret Viedma e mais cinco companheiros da VPR, todos mortos a tiros numa emboscada.

        Longe deste editor querer fazer comparações, sobretudo porque o personagem em questão, o atual alcaide de nosso município não tem estatura moral, histórica ou cultural para tanto. Mas não podemos deixar de registrar a traição de Tarcísio Pedreira ao governador Jacques Wagner e, portanto, ao seu candidato à sucessão ao Palácio de Ondina, Rui Costa depois de meses bajulando os dois enquanto afiava o punhal da traição.

        Conta-se que um dos maiores políticos brasileiros, o mineiro Tancredo Neves ao ser questionado sobre quais eram as dez qualidades mais importantes para um homem público sua resposta teria sido: paciência, paciência,... As outras três poderiam ser preenchidas a gosto do interlocutor. Bem, o candidato do PT à governador nas eleições de outubro deste ano teve paciência e agora já sabe as últimas três respostas: traição, traição, traição,...

        E traição aliada à esperteza política porque o atual alcaide esperou até o último dia para abraçar a candidatura de Paulo Souto. É que desta forma ele pode assegurar a permanência de aliados seus em cargos públicos importantes. É que a legislação eleitoral proíbe demissões ou expurgos daqueles que ocupam cargos de direção e assessoramento três meses antes do pleito.  Isso mostra o caráter de um personagem que já entrou para a história política queimadense como o pior prefeito eleito em nosso município.

        O que levou o alcaide a trair o governador Wagner. Coerência ideológica ou puro oportunismo político? Bem, a primeira questão, descarte. Ele sequer sabe o significado de coerência ideológica. Até porque sua coerência está mais ligada aos interesses do bolso do que ao de defender princípios políticos que possam, num futuro, trazer dividendos para seus munícipes.

        O verdadeiro motivo está no oportunismo que pode vir a representar um suicídio político de grandes proporções que pode enterrar desejos ocultos em boa parte do grupo de sustentação. E isso pode ocorrer com a simples vitória de Rui Costa. Ou ele acredita que, derrotado seu candidato, possa voltar aos braços de um governo vencedor?

        "O pulo do gato" arma utilizada por políticos sem expressão, corruptos e fracos está incorporado ao folclore político brasileiro. Basta ver o exemplo do candidato do PSB à Presidência da República, o pernambucano Eduardo Campos. Mesmo sendo neto de Miguel Arraes, um dos políticos mais coerente da Política brasileira não se furtou a trair Dilma e Lula após 12 anos surfando nas obras do Governo Federal em seu estado e na liderança de Lula.


        Por essas bandas a traição pode ter um desfecho já esperado por todos: o prejuízo que o município terá com esta aliança espúria. Um município pobre, sem renda própria e que vive do Fundo de Participação dos Municípios não pode se dá ao luxo de ter um prefeito que trai o governador e o possível novo mandatário. E mais grave: não por convicções políticos, mas por interesses pessoais que se sobrepõem aos interesses maiores da população queimadense. Uma lástima.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Uma vaia merecida

       




        Existem vaias de todas as formas, cores, tamanhos, movimento e sonoridade. A vaia, por exemplo, que o cantor e compositor Sérgio Ricardo recebeu ao não conseguir agradar ao público ao cantar a música de sua autoria “Beto bom de bola” e que o acompanhou durante toda a apresentação. Inconformado, quebrou o violão que tocava e o arremessou na plateia.

         Caetano e os Mutantes também não escaparam da reação de uma plateia indignada pelo uso de guitarras quando da apresentação da música "É proibido, proibir". Em resposta à multidão enfurecida que lhes deu as costas, Caetano fez um discurso furioso questionando os jovens: "mas é isso que é a juventude que diz que quer tomar o poder? Isso ocorreu durante os festivais dos anos 67/68 da Música Popular Brasileira produzidos pela TV Record.

         Mas existiram outras vaias pelo mundo afora, algumas surreais, como a do dia em que o nosso astro rei, o Sol foi vaiado e sem censura por inúmeros cearenses que lotavam os bancos da Praça do Ferreira. A Terra do Sol, vaiar o Sol parece até coisa de baiano, não? Pois bem. o Ceará enfrentava uma seca inclemente e por dois dias o céu se apresentava nublado.

         Pois foi justamente naquele dia, numa tarde do dia 30 de janeiro de 1942 que a vaia não foi dirigida para a 2ª Grande Guerra que prosseguia com sua carnificina nos países da Europa e Ásia. Foi para o Astro Rei que surgiu brilhante espantando a chuva tão desejada.

         Mas há vaias, e vaias. A do alcaide queimadense é daquelas que merecem entrar para o Livro dos Records ou o Guinness Book. Não pela sua dimensão; pela quantidade de pessoas a vaiar; pela sonoridade, enfim por nenhuma dessas alternativas que fazem com que determinado infortúnio, como uma vaia, ganhe suas páginas privilegiadas.

         É que essa vaia saiu do coração de um povo sofrido, amargurado e vilipendiado por um prefeito incompetente, prepotente e agressivo e apenado por uma administração considerada como a pior da história política e administrativa do município. Isso, em que pese o prefeito Tarcísio Pedreira pagar a peso de ouro um pedaço de papel em que empresas pilantras premiam aqueles que não têm caráter e se utilizam dos recursos públicos para se promoverem e, o que é pior, de forma tão barata.

         A cada passo que dava entre o meio de campo e a pequena área para cumprir uma exigência dele próprio, o de cobrar um dos três pênaltis (o jogo havia terminado empatado e a disputa era por uma sequência de três penalidades máximas), o alcaide foi se transfigurando.

         Com os primeiros apupos sua tez foi se alternando; com o aumento das vaias das quase 700 pessoas que foram assistir o final do torneio, seu semblante foi mudando e aquele sorriso falso que políticos inescrupulosos costumam oferecer aos eleitores deu lugar a um esgar, ou seja, uma careta disforme e raivosa.

         Por fim, ao colocar a bola na marca o pênalti e com a gritaria chegando ao apogeu e todos a gritar "vai perder", "vai perder" uma "baba" embranquecida saia discretamente pelo canto esquerdo de sua boca. Ali, naquele momento, com mãos trêmulas e as pernas bambas de ódio, ele percebeu o desastre.

         Mas era tarde para voltar atrás. Não ele, o todo poderoso filho de "Mainha", a execrável, nas palavras de se tio, o ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho, irmão de sua genitora. Correu desajeitado, enfraquecido e zonzo pelas vaias que sabia serem exclusivamente para o seu reinado desastroso e chutou nas mãos do goleiro adversário.


         Guardou suas lágrimas para o colo de "Mainha" e partiu sem que ninguém o percebesse. Melhor assim. Pior, se de punho erguido, xingasse a todos, indistintamente e os desafiasse como é do seu feitio quando acompanhado de sua gangue. Mal sabia ele que, naquele didático domingo o Sobrenatural do Almeida (o Coveiro do Fluminense do Rio), e personagem mítico de Nelson Rodrigues resolveu baixar no Povoado Lage e provocar derrota tão catastrófica, política e futebolística.

domingo, 4 de maio de 2014

Hora de recolhimento



  •  
Acusações de Maurinho (à direita) contra Tarcísio (à esquerda) são graves
         
As últimas 72 horas tem sido a caixinha de Pandora ou, no melhor da mitologia grega a tragédia e todos os males que sufocam, afligem e determinam a política queimadense, ao mostrar de forma "nua e crua" as mazelas que habitam o esgoto que liga o Executivo à parte do Legislativo no atual mandato.

         Uma simbiose ou associação que os une a todos os tipos de acordos, conchavos, falsidade ideológica entre tantos males que despertaram sob o peso da curiosidade de Pandora, no mito grego, a primeira mulher a chegar à terra.

          Do ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho que fez as pazes com seu lado guerrilheiro ao abater voos maus iniciados, aos abatidos vereadores Régis “Manequim” da Ambulância e Renato Varjão, e às piores aves que o ex-prefeito considera de rapina, o atual alcaide Tarcísio Pedreira e aquela que ele chama de execrável, “Mainha” a gestora das falcatruas.

         Foi um petardo, ou como diria um amigo “um tiro certeiro” na asa direita de ambas as aves que foram obrigadas a pousar. Vão esperar as asas cresceram, enquanto mantém um silêncio obsequioso. Nos próximos dias veremos se alguma recebeu chumbo mais profundo que a obrigue a um recolhimento mais prolongado.

          Duas dessas aves abatidas conseguiram respirar, mas recolheram seus arsenais e sinalizaram uma trégua. O vereador Líder do Governo, Renato Varjão simulou um ataque ao ex-prefeito, mas, no meio do texto reconheceu que o tiro foi certeiro e, contido, pediu Luz aos atiradores em nome, mais uma vez, do Senhor. “Que Jesus ilumine o coração de todos os cidadãos deste torrão, e que nunca me desampare! Tudo posso, naquele que me fortalece!”, pediu o vereador em súplica.

             Num ponto seu pedido tem razão: não é da conta de ninguém como ele gasta seu dinheiro em política. Contudo, ao assumir a dívida que fez sem explicitar para o seu eleitorado como pretende fazê-lo para quitar corre o risco de que todo o tipo de interpretação possa ser feito.

          Não há como um político justificar uma despesa de campanha caso não tenha como pagá-la. Todos sabem que R$ 5 mil, que é o salário de um vereador, não da para cobrir despesas de campanha. Então fica a pergunta: Quem quitará esta dívida? Jesus, a quem recorre sempre que é criticado ou acusado de alguma maldade, é que não será. Ou Será que Será?

          O vereador Régis “Manequim” da Ambulância, agora mais conhecido como “Régis do Pulo” seguiu os passos de seu colega e utiliza-se de passagens da Bíblia para esconder seus mal feitos. O eleitorado, neste momento não está preocupado com a religiosidade do vereador que assumiu, de público, sua adesão ao executivo. O que todos querem é que ele prove que não recebeu R$ 80 mil dos atuais mandatários para aderir, conforme denúncia feita por Maurinho.

          E mais: surgem informações de que o vereador recebia dinheiro do Bolsa Família e que foi negado, agora, quando foi renovar. O vereador tem que vir a público esclarecer se os rumores (por enquanto) são verdadeiros ou não. O que se sabe é que nestes últimos 14 meses a renda familiar de Régis “Manequim” da Ambulância o descredencia a receber recursos do Bolsa Família.

          Quanto ao prefeito Tarcísio Pedreira e sua genitora conhecida pela alcunha de “Mainha” não se espere que venham a se defender das acusações feitas pelo ex-prefeito José Mauro de Oliveira Filho, seu tio e irmão de sua mãe. Foram acusações graves e que a sociedade, em especial, os vereadores que honram seu mandato deveriam cobrar. Quarta-feira é dia de sessão. Leiam e critiquem como já de praxe este editor, mas, neste dia o esqueçam e peçam explicações e os convidem a se defenderem perante a Tribuna dessa Casa.